Governo angolano diz que não tem dinheiro, e adiou o funeral dos dirigentes da UNITA mortos em Luanda em 1992, para o ano 2021

No quadro do processo de reconciliação nacional, o Governo assumiu realizar funerais condignos para altos dirigentes desta força política falecidos durante a guerra, segundo fonte do partido do “Galo Negro”
À semelhança do que ocorreu com os restos mortais do ex-líder fundador da UNITA, Jonas Savimbi, e do general Arlindo Chenda Pena “Ben Ben”, ex-vice chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), no ano em curso, os demais ex-dirigentes deste partido falecidos no período de guerra já não serão sepultados “condignamente” em 2020 como se previa.

Trata-se dos restos mortais do vice-presidente António Dembo, falecido nas matas do Moxico em 2002, e de outros dirigentes mortos nos confrontos pós-eleitorais de 1992, em Luanda, Jeremias Chitunda, Mango Alicerce, Salupeto Pena e Eliseu Chimbili.
Uma fonte deste partido avançou ao Lil Pasta News,  que, dada a situação económico-financeira que o país está a atravessar, desaconselha- se prosseguir com o sepultamento destes ex-dirigentes da UNITA, mortos em circunstâncias diferentes, durante o conflito armado que o país viveu.

As esposas e os filhos dos dirigentes da UNITA falecidos em Luanda, de acordo com a fonte, são os que mais insistem junto da direcção desta força política para o sepultamento dos seus familiares, de cujos corpos se desconhece o paradeiro, apesar de alegadamente estarem sob custódia do Governo.

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