Funcionários da Empresa Pública de Águas de Cabinda-EPAC exigem a exoneração do Conselho de Administração por má gestão e desvios de fundos públicos.
Tudo começou quando o Conselho de Administração entendeu devolver à procedência os funcionários da Administração Municipal de Cabinda e Secretaria Provincial de energia e águas que haviam sido enviados em comissão de serviço em 2014 na comissão instaladora da empresa pública de águas.
Até antes da nomeação do actual Conselho da Administração da EPAC, a empresa tinha sustentabilidade com base na sua produção local que rondava os dezoito milhões de Kwanzas por mês, valores monetários usados para despesas correntes, material de trabalho até ao pagamento do subsídio ao pessoal.
Por práticas de má gestão do actual Conselho da Administração, consubstanciada com despesas avulsas descontroladas sem base nas entradas, abastecimento alimentar para as suas residências e recrutamento de novo pessoal composto por familiares e com melhores salários do que os antigos, viu-se a diminuição drástica dos fundos da empresa e tomam a decisão de dispensar os funcionários que estiveram na base da criação da empresa.
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Os funcionários desencadearam uma greve exigindo a exoneração do Conselho da Administração da empresa por má gestão e outras práticas nocivas à sobrevivência da empresa.
Na vã tentativa de silenciar os funcionários, o Presidente do Conselho da Administração da empresa pública de águas de Cabinda usando a trafulhice de sempre, ligou ao comandante provincial da Polícia em Cabinda mentindo que havia cidadãos a vandalizar bens do Estado na empresa de águas e que precisava urgentemente da Polícia para os deter. Felizmente os agentes postos no terreno depararam com uma manifestação de greve pacífica exigindo a exoneração do Conselho de Administração da empresa e não havia nenhuma desordem e nenhum bem foi destruído, acabando por explicar os motivos do seu descontentamento e a Polícia Nacional pela primeira vez deram razão aos funcionários e retiraram-se do local.
Os funcionários lamentam profundamente sobre o comportamento dos jornalistas da TPA em Cabinda que captaram toda manifestação da greve e gravaram entrevistas, mas que infelizmente arquivaram e por esta razão recorreram ao portal Lil Pasta News, para expor publicamente a situação actual na empresa de águas de Cabinda.
Saiba mais sobre este assunto, clicando neste link https://youtu.be/5GB-T00S_uA



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