Na conferência de imprensa ontem no CIAM, a ministra da Saúde repetiu até à exaustão que a «vida dos angolanos não tem preço» e que o Executivo tudo «tem efeito para prevenir e combater os efeitos da COVID-19».
À pergunta feita por uma jornalista sobre se a falta de material de biossegurança nos centros de saúde da periferia, Silva Lutucuta respondeu que o mesmo tinha sido distribuído às estruturas da saúde da província de Luanda, assim como às restantes do país.
Revelou, no entanto, que o seu pelo pelouro tem estado a fornecer o material proveniente da China aos hospitais de terceira linha, ou seja, os hospitais de referência, dentre os quais o JOSINA MACHEL e HOSPITAL AMÉRICO BOAVIDA.
Não sei se é do conhecimento da ministra, ou ela domina o assunto mas terá escamoteado a realidade, o facto é que o HOSPITAL AMÉRICO BOAVIDA tem vindo a registar a falta de material de BIO-SEGURANÇA, inclusive de coisas básicas como máscaras N-95 e luvas, a ponto dos profissionais do ramo condicionarem à sua prestação ao fornecimento de tais meios de prevenção.
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Paira naquela unidade de saúde um medo generalizado, depois de nesta quinta-feira um paciente ter sucumbido à COVID, algo que só se apurou nas análises feitas às secreções do cadáver... Soube-se que o mesmo deu entrada como doente de tuberculose e que passou por várias secções daquela unidade de saúde.
Há dias, o director daquela unidade de saúde foi confrontado com a falta de material de biossegurança, mas que Agostinho Matamba não forneceu uma resposta consistente aos clínicos.
Esta situação colide com as informações sobre a chegada diária ou quase diária de material e equipamentos de combate à pandemia provenientes da China.
O que se passa com a sua distribuição?
Por: Ilidio Manuel
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