Há 75 mil docentes afectados. Professores queixam-se de despedimentos ilegais, particularmente em Luanda, Benguela, Huila e Huambo. Há casos de quem esteja já a vender os seus bens para comprar alimentos. A ANPEP lamenta e diz tratar-se de uma humilhação a pessoas intelectuais que dedicaram grande parte da sua vida se formando
Os três meses sem salário são referentes ao período em que se decretou o Estado de Emergência e Calamidade Pública, em consequência da pandemia da Covid-19, de acordo com explicações dadas ao OPAÍS por Carlos Conceição, coordenador da comissão instaladora da Associação Nacional dos Professores do Ensino Privado (ANPEP).
Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth Muenho, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762
Carlos Conceição diz existirem despedimentos em massa nos colégios e que mesmo aqueles professores que foram chamados a realizar actividades lectivas, as instituições recusam-se a pagar as respectivas remunerações.
“Pelo menos aqueles professores que estão sob o nosso controlo clamam por socorro porque não sabem como vão sobreviver, ainda mais, quando não se sabe em que momento o ano lectivo vai reabrir”, disse.
OPAIS
Saiba mais sobre este assunto, clicando neste link https://youtu.be/ExAmcmHQfTY



0 Comentários