Diz-se que um mal nunca vem só. Depois do «inimigo invisível» ter atingido o Kremlin, o nervo da estrutura partidária dos «camaradas», o azar bateu à porta dos seus vizinhos, mais concretamente a TPA, tendo atingido um dos seus quadros seniores, que está internado numa das clínicas de Luanda. Felizmente, encontra-se «estável».
O caso, que está a ser seguido pela Comissão de Combate à COVID-19, não foi, porém, referenciado pelo SE da Saúde, na sua habitual conferência de imprensa (CI), que ontem
decorreu no CIAM. Sem estabelecer qualquer «vínculo epidemiológico» com o funcionário infectado da TPA, Franco Mufinda limitou-se a dizer que hoje seriam testados, à cautela, 1000 profissionais do sector da comunicação social. Numa palavra, o SE disse meia verdade.
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Soube-se que as instalações da TPA já foram objecto de desinfestação e existe uma certa inquietação entre os funcionários.
Como é de domínio público, a TPA divide paredes-meias com o Kremlin, a sede do MPLA, onde há dias um membro do seu BP foi infectado pela COVID-19. As hipóteses do vírus saltar o muro que separa as duas instituições serão diminutas.
Por: Ilidio Manuel
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