Hoje voltei a pensar no que já venho considerando há muito tempo

Reflecti seriamente sobre o futuro de Angola - a começar já, agora, em diante - pensado e construído pelas novas gerações, sem as influências e os recalcamentos com os quais os mais velhos "forjaram" o nosso pensamento.

Nas minhas cogitações, ocorreu-me a inclusão de todas as "forças vivas" do país, independentemente dos seus credos e das suas convicções religiosas, políticas e outro(a)s, bem como o passado dos seus progenitores, com a visão orientada para frente e o passado a servir-nos de referências/lições apenas.

Na verdade, acredito, enquanto influenciadores, que, com os nossos pronunciamentos, posicionamentos e as nossas acções no espaço público, estamos a construir um ideal de país, que se poderá materializar em qualquer momento, do qual seremos beneficiários ou vítimas.

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Foi com isso na cabeça, que sempre aderi, participei ou acedi a covites para integrar iniciativas  que tivessem o potencial de construir um rumo, do qual fôssemos protagonistas.

"Isso é romantismo, é utopia"? Talvez.
Mas como disse uma vez o meu kota, Vicente Pinto de Andrade, "foi o romantismo e a utopia que nos levou a luta pela independência".

Então, sendo romântico e utópico, se calhar produto da "geração da utopia", proponho-me a bater-me por um projecto de sociedade que não exclui a quem quer que seja.

Eu não vou "nunca e jamais" excluir a Tchizé Dos Santos, o(a)s filho (a)s dos velhos Holden Roberto, Agostinho Neto, Jonas Savimbi e todo(a)s outro(a)s outro(a)s que queiram fazer do nosso um país melhor para quem decida cá viver ou visitar.

 Adão Ramos

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