Na qualidade de ministro da Administração Interna do Governo da República Popular de Angola e "elemento altamente responsável e prestigiado no MPLA", Alves Bernardo Baptista, ou simplesmente, Nito Alves, nome de guerra que adoptou, viria a lançar a sua obra poética em Julho de 1976, um ano antes da famigerada "intentona golpista" de 27 de Maio de 1977.
O livro " Memória da Longa Resistência Popular", lançado em Lisboa, resulta de poemas escritos nas décadas de 60 e 70, enquanto se dedicava quer a actividade partidária quer na Primeira Região Político-Militar do MPLA, onde entra em 1966, sob comando do então comandante militar Monstro Imortal...
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Num dos poemas, escreve: "Deixai de contabilizar/ Quantas horas de amargura derrotas/ Quantas horas de marcha sacrificada/ tanto tempo de penosa montanha/ Já por tudo isto já por tudo/ Se busca a outra face perdida da nossa nação. / Na revolução não se somam sacrifícios." (Pág. 113).
Num outro, isto: "O meu corpo entregue à Nação/ Vive entre feras e mosquitos/ O meu corpo nú/ rasgado/ partido/ povoado de feridas nunca curadas/ (...) O meu corpo entregue à Nação/ Vive entre as cobras venenosas/ Nas grutas - ó saudoso abrigo/ O meu corpo está vestido de ndulo/ que tecido maravilhoso me oferecem as cascas das árvores"...
Oh, amigos Helder Simbad, João Fernando André, estudem ainda a poesia do outro. É como então?
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