Em 2014, pela primeira vez, o Presidente queniano, Uhuru Kenyatta, tornou-se no primeiro chefe de Estado a comparecer perante o Tribunal Penal Internacional (TPI), acusado de crimes contra a humanidade pela sua alegada responsabilidade na violência pós-eleitoral que assolou o Quénia entre o fim de 2007 e o início de 2008, que deixou mais de mil mortos e mais de 600 mil deslocados.
Como "quem não deve, não teme", segundo o provérbio popular, Kenyatta compareceu no TPI e provou a sua inocência.
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Em Portugal, decorre um processo crime contra um magistrado português de nome Orlando Figueira, em que Manuel Vicente, o ex-vice-presidente de Angola, é suspeito de ter pago 760 mil euros ao então magistrado para obter decisões favoráveis em dois inquéritos contra si. Várias foram as cartas rogatórias enviadas pelas autoridades de Lisboa a Luanda, no sentido de ouvir o ex-número-dois de Angola, mas o governo de Angola colocou entraves ao processo, alegando que Vicente goza de imunidade. Essa imunidade que não impediu o Presidente do Quénia em comparecer perante o TPI. Essa imunidade que não impediu o então presidente da África do Sul, Nelson Mandela, em comparecer perante as sessões de julgamento da Comissão da Verdade.
Assim sendo, a pergunta que se coloca é: o que foge, Manuel Vicente?
Nelson Francisco Sul, Edição redação Lil Pasta News
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