Burla na Moviflor: Direito de resposta dos cidadãos portugueses



Paulo Alexandre da Cruz Alves e Egídio Fernando Pinto da Silva, visados na “notícia” de 02/11/2020 sob o título “Angola: PGR perde rasto de cidadãos portugueses que burlaram mais um milhão de dólares à Moviflor” divulgada pelo Club-K e pelo site Lil Pasta News, vêm pela presente exercer o seu direito de resposta.


​Muito lamentam os subscritores que o Club-K tenha sido instrumentalizado numa campanha profundamente difamatória e caluniosa e, por isso, criminosa que visa o seu julgamento na praça pública e na arena do sensacionalismo e da ofensa sem cuidar de aguardar a decisão dos Tribunais.


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​Desde logo pela falsidade do título e de todos os comentários relacionados com o alegado, mas falso, desaparecimento e fuga dos subscritores.


​Querem estes deixar bem expresso que não só não se encontram em fuga ou desaparecidos, como estão devidamente representados pelos seus Advogados no local próprio para discussão desta questão: os Tribunais.


​A falta de assinatura do artigo a que agora respondem é bem demonstrativa da falta de coragem, dignidade e carácter do (s) seu (s) autor (es)! A cobro do anonimato tudo pode ser dito, todas as falsidades e ofensas proferidas dando luz ao antigo ditame de que o boato e calúnia é a mais vil forma de crime.


​Será que conhece o autor, ou autores, do artigo a figura retocada de angelical da Moviflor e da sua gerente?

​A própria confissão de que pretendia – não nos ternos relatados – fazer exportação ilícita de capitais nada significou para o autor do artigo?


​Se por incúria, incapacidade, negligencia ou simples má fé, essa confissão nada significou então esclarecem-no os subscritores.


​A insolvência a que a Moviflor e a sua gerente, ou gerentes, sujeitaram a sua empresa em Portugal, teve como consequência a destruição de centenas de vidas de funcionários e fornecedores. Aconselhando-se, por isso, ao Club-K a auscultação prévia de alguns desses funcionários que a falta de pagamento dos seus vencimentos pela Moviflor deixou em situação em absoluto dramática.


​Nada disso interessa ao autor da notícia? Para esclarecimento do mesmo junto se envia tão só uma das inúmeras notícias que foram publicadas em, Portugal, que aqui requerem a reprodução.

​Não vão os subscritores, na presente resposta, discutir aspectos que esperam ver discutidos em Tribunal todavia não podem deixar de assinalar que deveria o citado Sr. Jurista Pinheiro Chagas ter procurado melhor e mais completa informação previamente a emitir qualquer opinião. E disto é singelo exemplo o facto de sendo “sociedades independentes” certo é que a Moviflor Angola fez pagamentos em Portugal de dívidas que não a responsabilizavam.


​Assim como é igualmente certo que se convida o mesmo jurista a verificar quantos e em que montantes foram os depósitos feitos pela Moviflor Angola relativos ao artigo publicado. Decerto se surpreenderá.


​Sem adiantar mais no que respeita ao processo em curso, reafirmam os subscritores que a utilização e instrumentalização dos meios de “comunicação” social sem o rigor jornalístico que se impõe aos mesmos somente alimenta a calúnia criminosa dos seus autores.



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