O ministro das relações exteriores, Teté Antônio, recebeu a semana passada uma carta de uma diplomata baseada em Lisboa denunciando que a alegada perseguição que sofre começou depois de ter recusado a uma tentativa de assedio por parte do seu superior hierárquico.
A carta escrita no seguimento de um episódio em que a diplomata foi surpreendida pela visita de uma empresa de transporte que bateu-lhe a porta alegando cumprimento de ordens do Cônsul-Geral, Narciso do Espírito Santo Júnior, para que a mesma fosse desalojada do seu apartamento, na capital portuguesa.
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A 8 de Novembro, dia seguinte ao despejo, o Cônsul-Geral, Narciso do Espírito Santo Júnior, escreveu ao ministro dando a sua versão em que explicou as motivações que levaram-no a tomar tal decisão. Na mensagem ao ministro o responsável cônsul alegou que aquela já não era diplomata porque terminou a missão em Agosto.
Não convencido, o ministro Teté Antônio procurou saber a versão da visada que aguarda pelo regresso a Luanda.
De acordo com fontes do MIREX, a diplomata Rosângela Monteiro Da Silva, 36 anos, explicou ao ministro que a sua vida passou a ser “infernizada” pelo seu superior hierárquico depois de ter recusado a uma tentativa de “assédio”.
Rosângela da Silva que é casada com um funcionário da Presidência da República, detalhou ao ministro que certo dia o Cônsul-Geral a chamou no seu gabinete para se actualizar da sua situação conjugal. Ao longo do dialogo, segundo o conteúdo da carta, o cônsul Narciso do Espírito Santo Júnior perguntou a funcionaria se estava a quanto tempo de jejum e ao mesmo tempo questionou quando é que aquela a convidaria para ir a sua casa comer mofeté.
O cônsul, segundo a carta, antecipou-se a dizer que na ausência de um convite, ele próprio se auto convidaria. A diplomata Rosângela da Silva explicou ao ministro que interpretou a insinuação do cônsul como uma tentativa de “assedio” adiantando que face a sua recusa, a sua vida passou a ser infernizada. Rosângela dá a entender na missiva que só isto, pode justificar o comportamento do Cônsul-Geral em despeja-la no seu apartamento sem previa notificação.
Está é a primeira vez que surgem revelações de casos de alegados assédios no consulado em Lisboa, sobretudo numa altura em que o MIREX e a Presidência da República tem recebido reclamações de que o Cônsul Narciso do Espírito Santo Júnior estaria a despedir funcionários a pretexto de ordens superiores do ministro Antônio Tete.
Não há informação de que neste grupo de despedidos, hajam funcionarias supostamente perseguidas pelo cônsul por retaliação a alguma recusa de assedio.
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