A nomeação de Joana Lina para governar Luanda, segundo analistas do cenário político nacional, foi uma jogada política errada, e que nenhum benefício trouxe para Luanda, porque não tem perfil para trazer inovações em termos governativos para uma província tão complexa como a capital do país.
De acordo com a nossa fonte, Joana Lina foi nomeada para governar Luanda para dar uma maior dinâmica na província e no partido MPLA a nível de Luanda. Aposta está que não surtiu resultado, já que ela e os seus vices e o segundo secretário do MPLA em Luanda, Nelson Funete, só sabem desgovernar e estão sem norte.
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Tem se dito que Joana Lina nunca vai se alinhar ou servir como uma patriota o governo de JLo, que tem combatido à corrupção e outras práticas, por ser uma pessoa com fortes ligações à família Dos Santos, e deve muitos favores a eles.
Desgovernação
Em Luanda, sobretudo na periferia, o barulho dos geradores é frequente, pois há cortes constantes de eletricidade. "Quase sempre ficamos sem energia", confirma o morador Wilson Barroso.
Apesar de terem sido criados centros de fornecimento de eletricidade, muitos bairros da capital angolana continuam às escuras.
Quase não se vê iluminação pública nas ruas e avenidas.
Não jorra água nas torneiras, apesar do projecto água para todos ter abrangido quase 80% dos bairros da capital angolana.
Os moradores queixam-se também da insegurança e dos amontoados de lixo nas ruas de Luanda.
"Há muito lixo mesmo e não há serviços de limpeza", afirma Wilson. "Gostaria de ver a cidade limpa."
Mais Ainda assim, Luanda aparece constantemente na lista das cidades mais caras do mundo para expatriados.
Pouco ou nada sobra para "desenvolver a vida ao nível social e pessoal", comenta Pedro.
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