Rádio 2000 na Huíla "desgovernada"



A pouco menos da celebração do Natal e Ano Novo os trabalhadores da Rádio 2000, do partido MPLA, na cidade do Lubango, província da Huíla, os trabalhadores não viram os seus ordenados resolvidos, até ao momento, nas contas, cujo problema remonta há quase  25 meses e a direcção dirigida apenas por mulheres desta estação emissora, anda muito desgovernada. 


Os salários de mais de 20 trabalhadores efectivos nunca foram superiores a 100 mil kwanzas e inferior a 30 mil, agravada ainda com o desaparecimento forçado das igrejas e empresas que garantiam a sobrevivência. Quando a direcção tomou posse liderada pela membro do Comitê Central do partido que governa Angola desde 1975, se pensava numa perspectiva de melhoria das condições laborais dos mesmos, é o pior do que antes. Ou seja, alguns trabalhadores nos cantos querem de volta o  antigo director, José Manuel que, independentemente da sua vaidade e nepotismo sabia pagar atempadamente os salários dos funcionários e sabia cumprir com as despesas do IRT com o INSS, sem dívidas 



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 Algumas empresas e igrejas que ajudavam o rendimento de algumas despesas correntes desmarcaram por mal gerência. O actual director da Rádio ISPI esposa da Rosa Gonçalves, foi quem trouxe as normas de retirar na emissão os programas religiosos, além de sanear alguma força de trabalho e, o arrependimento só veio mais tarde e ninguém mais pretende regressar numa estação que perdeu rede, ou audiência como preferirem.  


Percebeu-se que as senhoras no que assumem cargos de direcção e chefia não percebem patavina nenhuma, apenas de pouca realização e sem experiência na informação e administração e isso fez afundar aquela que chamamos de rádio escola, que formou muitos profissionais que estão a fazer sucesso dentro e fora do país, com destaque para o Cláudio Dias e Gabriel Niva Castro, Canadá e Portugal. 


O 1* secretário e a sua equipa já visitaram e deixar promessas de minimizar oi liquidar as dividas mas, até agora, nem água vai e nem água vem. Os trabalhadores pedem, imediatamente, a destituição desta direcção comandada por Rosa Gonçalves e Neusa Capelão, está última incompetente que vive infernizando a vida dos seus colegas, até do chefe de informação, instaurando um clima desagradável na empresa que era tão boa antes de chegar. 


A directora Rosa Gonçalves, já na reforma, não sabe pensar mais nada anda com a mente cansada e o MPLA faz olho de mercador e a rádio está como está. E correu com muitos cérebros até de legítimos colaboradores para melhor reinar e sem resultados aplusiveis.


EM ACTUALIZAÇÃO...


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