Nos termos da Lei de Imprensa, a viúva do General Sukissa exerce seu direito de resposta.
A viúva do General Sukissa vem a público, conforme estabelecido na Lei n.º 1/17, de 23 de Janeiro, artigos 73.º a 77.º, para contestar informações recentemente divulgadas em um portal de notícias. Ela considera a matéria falsa, caluniosa e ofensiva à sua honra e imagem, afirmando que não corresponde à verdade.
I. Origem do Conflito e Contexto Real
O conflito teve início com um acordo entre a viúva e os herdeiros, visando evitar a morosidade de um processo judicial de inventário. Optou-se por uma partilha extrajudicial, proposta pelos próprios herdeiros. No entanto, menores representados por herdeiros falecidos foram prejudicados, com a compensação a ser feita na partilha definitiva, uma vez que o património deixado era suficiente.
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Nesse cenário, o advogado Carlos Salombongo entrou em cena no dia 10 de março de 2025, celebrando um compromisso ilícito com alguns herdeiros. Em troca de USD 1.500.000,00 e 35% de uma dívida pública, ele buscou influenciar o processo judicial, com a cumplicidade do juiz Paulo Henriques, que bloqueou contas da viúva sem despacho apropriado.
II. Consequências da Intervenção Corrupta
A intervenção resultou em:
- Subtração de 27 bens da empresa, violando a lei e prejudicando a viúva e outros herdeiros.
- Furtos de 90.000,00 Euros das contas da empresa SACCIR LDA, em conluio com funcionários do banco.
- Venda de patrimônio pela herdeira Yolene dos Santos, prejudicando a viúva e outros herdeiros.
- Falsificação de documentos, com pessoas não sócias se apresentando como tal.
- Nomeação de um dos envolvidos nos roubos como cabeça de casal, evidenciando parcialidade do juiz.
- Retirada de USD 1.500.000,00 da conta da viúva, que deveria beneficiar os menores.
III. Reação aos Roubos
Após os roubos, a viúva protocolou uma queixa crime contra os herdeiros, conseguindo recuperar algumas viaturas, e também entrou com uma providência cautelar que foi comprometida pela atuação de Salombongo.
IV. O Papel de Carlos Salombongo
Carlos Salombongo, assessor próximo do então Presidente do Tribunal Supremo, atuou como se fosse o juiz presidente, comprometendo a independência judicial e a confiança pública nos tribunais, transformando a justiça em moeda de troca.
V. A Falácia da Narrativa Publicada
A matéria divulgada nas redes sociais não reflete a verdade dos fatos, sendo uma tentativa de inverter a realidade e ocultar crimes já denunciados. É um esforço deliberado para intimidar e manipular a opinião pública, desviando a atenção da corrupção em curso.
VI. Reflexão Necessária
Quando advogados e juízes se conluem para subverter a lei, a justiça se torna uma caricatura. A toga, que deveria simbolizar imparcialidade, converte-se em um manto de interesses obscuros.
VII. Conclusão e Pedido
A viúva do General Sukissa reafirma que é vítima de uma engenharia corrupta envolvendo herdeiros, advogado e juiz. O único instrumentalizado foi o juiz Paulo Henriques, a partir de 03/10/2025, quando começaram as ilegalidades, já impugnadas pelo Ministério Público.
Requer-se que esta resposta seja publicada na íntegra, no mesmo espaço e formato da matéria difamatória, sob pena de responsabilidade legal.
Luanda aos 28 de Setembro de 2025
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