Em um episódio recente do podcast do MPLA, o general Francisco Furtado, atual Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, trouxe à tona uma revelação significativa sobre a origem do hino nacional angolano, "Angola Avante". De acordo com o general, essa escolha foi uma decisão deliberada do MPLA, que desconsiderou o hino vencedor de um concurso público realizado em 1975.
Furtado explicou que, antes da independência de Angola, o então Governo de Transição — que incluía Portugal, a FNLA, o MPLA e a UNITA — promoveu um concurso para a composição do hino nacional. No entanto, após a seleção do hino vencedor, o MPLA decidiu, por conta própria, criar "Angola Avante", argumentando que o hino escolhido não refletia adequadamente a visão ideológica do partido.
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Segundo o general, o hino resultante do concurso carecia de "conteúdo ideológico suficiente", ou, como ele mesmo colocou, faltava uma "pitada" comunista. Para preencher essa lacuna, o MPLA convocou o cantor Rui Mingas, que compôs e gravou o atual hino nacional, agora impregnado de elementos comunistas.
As declarações de Furtado levantam uma questão pertinente: o hino nacional, que deveria ser um símbolo de unidade e identidade nacional, é, na verdade, uma expressão da ideologia do MPLA. Isso sugere que talvez seja necessário reavaliar a função do hino, buscando uma alternativa que represente de forma mais ampla a diversidade e a soberania do povo angolano, livre de conotações partidárias e ideológicas.
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