O presidente do Conselho de Administração da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG), Paulino Jerónimo, esclareceu que a entrada em funcionamento da Refinaria de Cabinda “não terá impacto nos preços dos combustíveis”, uma vez que estes continuam a ser subvencionados pelo Governo angolano.
Falando à Forbes África Lusófona à margem da 6.ª edição da Conferência e Exposição Angola Oil & Gas, Jerónimo explicou que o verdadeiro impacto do empreendimento será a autossuficiência da província de Cabinda no consumo de derivados de petróleo, superando as dificuldades históricas no abastecimento da região.
Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth Muenho, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762
“Inaugurada esta primeira fase, com capacidade de 30 mil barris por dia, Cabinda passará a ser autossuficiente. Deixaremos de ter o problema do abastecimento local”, garantiu o gestor.
A Refinaria de Cabinda resulta de uma parceria entre a Sonangol e o grupo privado Gemcorp, num investimento de 473 milhões de dólares. Deste montante, 138 milhões foram assegurados pelos dois parceiros e 335 milhões por um financiamento sindicado envolvendo instituições como a Africa Finance Corporation (AFC), Afreximbank, Industrial Development Corporation (IDC), BADEA e o Banco de Fomento Angola (BFA).
A infra-estrutura prevê produzir gasóleo, combustível de aviação, fuel óleo pesado e nafta, reforçando a segurança energética do país e reduzindo a dependência das importações. Na segunda fase, já em curso, a capacidade de processamento deverá duplicar para 60 mil barris/dia.
Segundo a ANPG, o início comercial será antecedido por um período de testes de cerca de três meses, numa etapa vista como crucial para consolidar Angola como produtor e refinador de petróleo com maior autonomia e resiliência económica.
Correio da Kianda
Siga o canal do Lil Pasta News clicando no link https://whatsapp.com/channel/0029Vb4GvM05Ui2fpGtmhm0a
Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação



0 Comentários