O secretário-geral do MPLA, Paulo Pombolo, criticou esta quinta-feira, 2, os órgãos de disciplina do partido por estarem a fazer "vista grossa" a "graves violações" que muitos militantes e altos dirigentes cometem, afirmando que "estes órgãos nada fazem para puni-los".
Segundo Paulo Pombolo, o "deixar passar" destes órgãos minam a coesão e a unidade interna do partido.
Conforme o número 3 do MPLA, partido que governo Angola, os órgãos disciplinares mostram-se eficazes diante de falha menores, mas ineficazes e silenciosos diante de transgressões cometidas por figuras de maior peso político.
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"Os órgãos de disciplina muitas das vezes mostram as suas forças quando um simples militante de base comete uma falta, e no caso de dirigentes que de forma grosseira violam os estatutos do partido, o que constatamos é que estes órgãos passam o tempo num silêncio inexplicável e indecisos de agir", disse.
O secretário-geral proferiu estas palavras durante o segundo seminário nacional sobre disciplina, ética e integridade, organizado pelo MPLA.
Segundo Paulo Pombolo, muitos quadros têm falhado no cumprimento das normas. O secretário-geral do MPLA considerou ainda que "a impunidade mina a confiança do povo e a unidade do partido"
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