A situação política, social e humanitária na Venezuela continua a exigir atenção responsável da comunidade internacional. Reitero o meu apoio incondicional aos princípios universais da democracia, do Estado de Direito, da paz social e do respeito pelos direitos humanos, valores que devem prevalecer acima de ideologias, governos ou interesses de curto prazo.
O povo venezuelano tem o direito soberano de escolher os seus líderes através de processos eleitorais livres, transparentes e credíveis, sem repressão, intimidação ou exclusão política. Qualquer solução duradoura para a Venezuela deve nascer do diálogo interno, do respeito às instituições e da vontade popular.
No plano internacional, reconheço que os Estados Unidos continuam a ser um ator central na pressão diplomática por reformas democráticas na Venezuela. O meu apoio à administração Trump é estritamente condicional: só faz sentido se estiver alinhado com ações concretas que promovam a democracia, evitem o agravamento do sofrimento da população civil e respeitem o direito internacional.
Sanções, discursos ou intervenções que aprofundem a crise humanitária, radicalizem posições ou sirvam apenas interesses geopolíticos não contribuem para a paz nem para a estabilidade regional. A democracia não pode ser defendida com incoerência, nem instrumentalizada como ferramenta de conveniência política.
Defender a Venezuela é defender o direito dos povos à autodeterminação, à dignidade e à esperança. A paz verdadeira exige responsabilidade, coerência e compromisso real com os valores que se proclamam.
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