Grupo ANSEBA nega intenção de importar cimento

 



O Grupo ANSEBA nega ter ganho um concurso público para importação de 250 mil toneladas de cimento, realizado pelo Ministério da Indústria e Comércio.
Face ao exposto, o consórcio empresarial (detida em parte pela Accourd Group Lda,) considera falsa toda a informação veiculada nos meios de comunicação social sobre a matéria em causa.

 

“A empresa não participou nem concorreu a qualquer procedimento com tais contornos, pelo que rejeita formalmente qualquer associação ao referido assunto”, assinala aquele grupo empresarial em comunicado.                                    

Assim sendo, reafirma (no comunicado à imprensa)  o compromisso com a legalidade, transparência e integridade institucional, reservando-se o direito de agir judicialmente contra o bom nome, reputação e credibilidade.
O mercado do cimento em Angola enfrenta, desde o início de 2026, um cenário de escassez e aumento de preços. O saco de cimento de 50 quilogramas passou a custar 10 mil Kwanzas, impulsionados pela paralisação das unidades fabris do Bom Jesus (CIF) e do Cuanza Sul (FCKS).

 

Antes da crise do cimento, com a Cimangola a produzir mais de 70% das necessidades do mercado, o saco de cimento de 50 quilogramas era comercializado a 5 ou 6 mil Kwanzas. A paragem das unidades fabris acima causaram uma subida do custo no consumidor final.

O alto custo do cimento dificulta projectos de construção civil e habitação, daí surgir informações, aludindo à possível importação de 250 mil toneladas.    
A indústria cimenteira angolana é composta por cinco unidades fabris (Cimangola, CIF - Luanda, FCKS, CIMENFORT e Sécil Lobito).

 

Quando estavam em pleno funcionamento, as três primeiras produziam 85% das necessidades do mercado. Eram fábricas integradas de produção de cimento e clínquer.

O cimento produzido é utilizado para a edificação de pequeno, médio e grande porte, barragens, pontes, estradas, derivados e artefactos de cimento. A necessidade do mercado está estimada em 1,9 milhões de toneladas por ano. A capacidade máxima de produção pode chegar a 8,3 milhões de toneladas.


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