Activista denuncia monopólio na importação de farinha de trigo



O coordenador do projecto político Consenso Patriótico Angolano (COPA), Pedrowsk Teca, criticou alegados esquemas de monopólio na importação de farinha de trigo em Angola, alertando para o que considera ser uma ameaça à soberania nacional.

 

Em declarações à Rádio Correio da Kianda, Teca afirmou que o sector das padarias nos bairros estaria dominado por interesses estrangeiros, situação que, no seu entender, coloca em risco a segurança alimentar do país.

 

“O pão que comemos depende de quem controla a importação. Se decidirem que hoje o angolano não vai ter pão na mesa, não terá”, afirmou, defendendo que esta realidade representa uma ameaça à segurança e à integridade nacional.

 

Questionado sobre propostas concretas caso o projecto venha a integrar a governação, Pedrowsk Teca afirmou que o COPA se define como uma força política de centro-esquerda, distanciando-se do que classificou como “capitalismo selvagem”.

 

Segundo o responsável, Angola é um país rico, mas essa riqueza não se reflete na vida da juventude.

 

“O jovem angolano pergunta o que o país faz por ele. A resposta é nada”, declarou.

 

Entre as principais propostas defendidas por Teca estão a implementação da gratuitidade do ensino superior e da saúde pública. Como exemplo, apontou a Namíbia, onde, segundo referiu, o ensino superior é gratuito, apesar de considerar que aquele país possui menos recursos naturais comparativamente a Angola.

 

Para o coordenador do COPA, o Estado angolano deve investir mais na formação, na saúde e na criação de empregos, garantindo oportunidades reais para a juventude


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