Bento Kangamba perseguido por defender JLO e o seu MPLA- Lito Quitama

 


Nos últimos dias, as redes sociais têm sido palco de uma campanha sórdida e orquestrada contra o General Bento Kangamba. Um homem que dispensa apresentações: político, empresário, reconhecido pelas suas ligações às massas e, sobretudo, um soldado do MPLA. Não é por acaso que, de forma insistente, as setas do ódio se voltam agora contra ele. A motivação é antiga, conhecida e chama-se inveja.

Inveja pela obra feita. Inveja pela popularidade genuína, que não se compra nem se impõe. Inveja pela capacidade real de mobilizar pessoas — não apenas para comentar, mas para participar. Porque, enquanto há quem procure protagonismo em ecrãs, Bento Kangamba constrói influência no terreno. Ele não vive de aparências; vive da presença.

Bento Kangamba representa, dentro do MPLA, um fenómeno político e sociológico. Enquanto alguns se limitam a discursar em gabinetes ou a publicar conteúdos para produzir alcance digital, Kangamba está junto do povo, acompanhando o pulso da sociedade. É precisamente por isso que incomoda: porque há impacto, há ligação e há continuidade.

Recordemos um episódio marcante, em 2021, às portas da campanha eleitoral de 2022. Nas semanas que antecederam o processo eleitoral, circularam acusações e tentativas de enquadramento político em torno de uma alegada apreensão de valores na fronteira de Santa Clara, na província do Cunene — com insinuações de que o dinheiro seria proveniente do então presidente José Eduardo dos Santos. A leitura política, no entanto, era clara para muitos: criaram-se factos com intenção de neutralizar Bento Kangamba, manchá-lo e enfraquecer a ligação do partido com a sua base mais popular.

O que ocorreu, no entanto, não favoreceu os intrigantes. A comoção popular foi imediata. A revolta das massas tomou forma. E a aceitação, tanto nas Forças Armadas como na sociedade civil, foi tão expressiva que acabou por gerar, inclusive, um sentimento de solidariedade do público em relação ao empresário e homem ligado à juventude. E, quando chegou o momento de votar, isso refletiu-se nas urnas de modo negativo para aqueles que tentaram desviar a atenção do eleitorado — sobretudo em Luanda, onde não faltaram tentativas de impedir que o BK fizesse aquilo que melhor sabe fazer: mobilizar o povo.

Ficar ferido Kangamba, para muitos, equivale a ferir o MPLA. Porque não se trata apenas de um indivíduo: trata-se de um símbolo de união, de trabalho e de carisma junto das comunidades.

Passados dois anos, assiste-se agora ao mesmo padrão. Desta vez, com ferramentas ajustadas ao tempo: peças manipuladas, montagens grosseiras e insinuações difamatórias que tentam moldar perceções por via do ruído. A pergunta que permanece no ar é simples: quem financia esta campanha? Quem são, de facto, os “umbiguistas” que, sem obra para apresentar, procuram destruir quem tem trabalho real para mostrar?

Vivemos um momento decisivo da vida política nacional. O MPLA precisa de coesão. Precisa de quadros carismáticos. Precisa de homens que levantem a bandeira e a defendam com firmeza. Bento Kangamba é um desses homens. Não é um político de palco; é um político de trincheira. Não persegue interesses pessoais: defende a bandeira do partido e a visão do seu líder.

Por isso, dizemos com clareza: BASTA!

Não deixemos que as redes sociais — esse território instável, onde proliferam mensagens falsas, montagens e narrativas fabricadas — ditem o futuro de um homem que dedicou a sua vida à juventude, ao desporto e à causa do MPLA. Bento Kangamba não deve ser julgado por perfis forjados ou por campanhas anónimas. Deve ser reconhecido pelo suor derramado nas províncias, pelas comunidades alcançadas e pelas gerações inspiradas.

Que aqueles que pensam apenas no umbigo olhem para trás e comparem: o que já fizeram pelo partido? Qual é a vossa obra? Onde estão as vossas massas?

Bento Kangamba não é um incómodo. É um património.

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