Um dia, duas potências acordaram com aquela energia típica de quem não tomou café… e decidiram bombardear um país de que não gostam. Não por necessidade. Não por urgência. Mas porque podiam.
Do outro lado, encontraram um “alvo” com 90 milhões de pessoas, séculos de guerra no currículo e um nível de preparação que não cabe nos powerpoints de guerra rápida. Resultado? O tal “alvo” fez aquilo que qualquer animal encurralado faz: virou-se. E mordeu.
E mordeu bem.
De repente, o poderio militar que parecia imbatível começou a parecer… decorativo. Muito bonito nos desfiles. Nem tanto quando a guerra deixa de ser teórica e passa a ser… real.
A cena agora parece recreio de escola: dois bullies deram o primeiro murro a achar que iam resolver aquilo em três minutos. Só que o “mais pequeno” não caiu. Levantou-se. E começou a devolver.
E aí começa o verdadeiro espetáculo.
Olham à volta à procura do professor. Nada.
Chamam pelos amigos. Silêncio.
Aqueles mesmos amigos que disseram: “não te metas nisso”… agora estão ocupados a ver de longe.
E pronto. Chegámos ao momento decisivo:
Opção 1: fingir que ganharam, fazer um discurso bonito, declarar vitória estratégica e sair de fininho enquanto o mundo inteiro finge que acredita.
Opção 2: insistir na teimosia e transformar aquilo num novo Vietname ou Afeganistão… daqueles que demoram anos, consomem biliões e acabam sempre com a mesma conclusão: afinal, não era assim tão fácil.
Enquanto isso, cá fora — no mundo real onde não há conferências de imprensa — o combustível dispara, o transporte encarece, a comida sobe… e quem não tem nada a ver com a guerra paga a factura completa.
E no meio disto tudo, fica a pergunta que ninguém gosta muito de fazer em voz alta:
Quem é que está realmente a mudar o regime de quem?
Porque às vezes, no meio do barulho, o império não cai de repente… começa só a tropeçar. E há quem já esteja a ouvir o barulho da queda.
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