Cláudio Simão, de 42 anos, formado em gestão comercial e marketing, tem investido em áreas como gastronomia e saúde. Entre os negócios associados ao seu nome estão a Clínica Isabel Fancony e o Hospital Privado Luanda Sul, segundo a informação reunida por uma fonte citada na matéria.
De acordo com a mesma fonte, o acompanhamento e a influência nos negócios estariam conectados à esfera do seu pai, o general Francisco Simão Júnior, associado ao Grupo Chamavo —empresa referida como tendo sido responsável pela construção do primeiro grande espaço comercial em Angola, em 1994. Ainda no mesmo registo, surgem alegações de que haveria um nível de proximidade com círculos ligados à Primeira Dama da República, Ana Dias Lourenço, o que, conforme críticas no meio público, teria favorecido a expansão do empreendimento.
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As alegações apontam ainda para a melhoria de infraestrutura na zona onde se localiza o hospital, mencionando-se a intervenção na rede viária na “zona verde” por via de projetos associados à Mota-Engil. Esse argumento é usado por críticos para contrastar com a situação de outras áreas urbanas, onde o acesso continua a ser descrito como precário por falta de vias.
O One Million Restaurant e a aposta no segmento premium
Mais recentemente, Cláudio Simão esteve ligado à inauguração do One Million Restaurant, na zona da Prainha/Futungo, em Luanda. O espaço é apresentado como uma aposta no luxo e na alta gastronomia, com proposta de arquitetura sofisticada, decoração requintada, e serviço premium, posicionando-se como referência do setor.
Além da atividade em saúde e restauração, o nome de Cláudio Simão é associado a redes empresariais em que aparece como ligado à gerência do Grupo Gema, em proximidade com José Leitão, antigo ex-diretor do gabinete presidencial, conforme indica a informação recolhida para esta matéria.
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