EQUIPA DE CARNEIRO REJEITA ACUSAÇÃO DE FALSIFICAÇÃO DE ASSINATURA E FALA EM "MANOBRA" PARA TRAVAR CANDIDATURA



A polémica em torno da exclusão da candidatura do general Higino Carneiro à liderança do MPLA ganhou novos contornos, após surgirem alegações de que a rejeição terá sido motivada por uma suposta falsificação da assinatura da deputada Djamila Huguette da Silva de Almeida, filha do histórico dirigente Roberto Victor de Almeida.


Segundo o Club-K, o coordenador da subcomissão de candidaturas, Job Capapinha, sustenta que a alegada irregularidade constituiu um dos fundamentos para inviabilizar a candidatura do antigo governador.


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Contudo, a equipa de Higino Carneiro rejeita categoricamente a acusação. De acordo com a mesma fonte, os apoiantes do candidato afirmam que não entregaram qualquer ficha contendo o nome da deputada, levantando a hipótese de que documentos falsos possam ter sido introduzidos no processo para justificar a exclusão da candidatura.


Ainda segundo o Club-K, fontes ligadas ao processo indicam que, após regressar do exterior, o Presidente do MPLA, João Lourenço, reuniu-se com Job Capapinha para obter esclarecimentos sobre o dossiê. As mesmas fontes alegam que, na sequência desse encontro, Capapinha terá sido incentivado a encontrar fundamentos que inviabilizassem a candidatura de Higino Carneiro.

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