Professores do I e II ciclos e alguns docentes do Ensino Primário, a prestar serviço nos municípios recônditos da Lunda-Sul — nomeadamente Cacolo, Dala, Chiluange, Alto Chicapa, Xassenge, Muriege (Murienge) — denunciaram a persistência de irregularidades na regularização de direitos previstos em legislação.
Segundo os reclamantes, depois de terem iniciado contactos ao nível local, com a troca de diversas cartas e diálogos junto das autoridades da província, a situação continua por resolver, contrariando o disposto no Decreto Presidencial n.º 67/23, de 07 de Março.
Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762
Diante da ausência de respostas, os professores passaram a endereçar novas cartas às entidades centrais, incluindo Sua Excelência Presidente da Assembleia Nacional, bem como as Suas Excelências Ministras das Finanças e da Educação. Ainda assim, afirmam que, até ao momento, não receberam qualquer retorno.
Os docentes sustentam que reclamam, em especial, a inserção/regularização do subsídio de isolamento para boa parte dos municípios do Cacolo, Dala, Xassenge e Alto Chicapa. Reclamam também a implementação do subsídio de renda e isolamento para os municípios do Chiluange e Murienge/Muriege.
Além disso, apontam como principal problema o pagamento integral e regular dos retroativos correspondentes aos dois subsídios, à luz do Decreto Presidencial n.º 67/23, de 07 de Março.
De acordo com os professores, há situações em que a falta de regularização se prolonga por mais de 26 meses para alguns docentes. Já para outros, referem que o problema se estende por mais de 40 e tal meses, alegando que nunca receberam nada.
Com estas reclamações, os docentes voltam a pedir intervenção das autoridades competentes, exigindo respostas formais e a implementação imediata das medidas necessárias para a resolução definitiva da situação.
Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação



0 Comentários