IRAYOURDES DAVID DEIXA COORDENAÇÃO DO CNJ DE ANGOLA EM PORTUGAL

 


Irayourdes Lopes Castelo David formalizou o pedido de demissão do cargo de coordenadora do Conselho Nacional de Juventude (CNJ) de Angola em Portugal.


A coordenadora do Conselho Nacional de Juventude (CNJ) de Angola em Portugal, Irayoutdes Lopes Castelo David, apresentou formalmente o seu pedido de demissão do cargo, através de uma carta dirigida à Presidência da instituição.


Segundo o documento, Irayoutdes exercia funções desde 30 de janeiro de 2025, num mandato previsto para o período de 2025 a 2027. A cessação das funções foi indicada com efeitos a partir de 2 de outubro de 2026.


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Na carta, a responsável explica que a decisão está relacionada com a necessidade de dedicar maior atenção a outras responsabilidades e funções que actualmente assume, classificando a decisão como ponderada e tomada com respeito pela instituição e pelo compromisso inerente ao cargo.


Ao concluir a sua passagem pelo CNJ em Portugal, Irayourdes Castelo agradeceu ao Presidente cessante pela confiança depositada e pela oportunidade de servir a juventude angolana em Portugal.


A responsável destacou ainda o significado histórico da sua passagem pela organização, referindo ter sido a primeira mulher a exercer a função de coordenadora do CNJ de Angola em Portugal.


Na mensagem dirigida à sua equipa, reconheceu a dedicação, lealdade e espírito de missão dos colaboradores, salientando o contributo destes para a preservação da dignidade e do bom nome do CNJ e para a continuidade do trabalho desenvolvido durante o mandato.


Irayourdes Castelo garantiu igualmente que permanecerá comprometida com as responsabilidades do cargo até à data efectiva de cessação das funções e que estará disponível para assegurar uma transição organizada dos assuntos em curso.


> “Encerro este ciclo com gratidão, respeito e votos de êxito à direção e à pessoa que vier a assumir esta responsabilidade, em benefício da juventude angolana em Portugal”, escreve na carta.

A saída encerra, assim, uma etapa da liderança do CNJ de Angola em Portugal, ficando a sucessão da coordenação dependente dos procedimentos internos da instituição.

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