SOBRE A CHANTAGEM E O MERCANTILISMO DA ANEP

As sucessivas pressões feitas pela ANEP e o seu presidente António Pacavira sobre o Executivo para que os salários dos professores do ensino privado fossem pagos, no contexto da COVID-19, raiaram sempre à chantagem e ao mercantilismo.

Questionei em distintas ocasiões por que razão os donos dos colégios e universidades não eram chamados a comparticipar nas despesas salariais dos professores, sabendo-se que eles terão somado lucros ao longo dos vários anos de existência dos seus estabelecimentos de ensino.
A chantagem chegou ao extremo de alguns ameaçarem encerrar as suas portas, à revelia da lei, caso não fossem pagos os salários dos professores.

Hoje, sabe-se que o grosso dos professores que ensinam no privado são também docentes do público, daí que os seus soldos estejam salvaguardados. Ou seja, são os tais turbos professores que faziam uma «perninha» no privado para assegurar que o fogo doméstico das panelas não se extinguisse.
Sei que muitos estabelecimentos de ensino privados davam prioridade aos professores da pública devido à experiência acumulada no ensino público.

Fisioterapia ao domicílio com a doctora Odeth Muenho, liga agora e faça o seu agendamento, 923593879 ou 923328762

De igual modo, muitos docentes do ensino privado que ministravam aulas nas escolas Comparticipadas tinham, ou têm os seus soldos salvaguardados.

Depois de «competentemente» desmontados, a ANEP e seus aliados nessa cruzada antigovernamental, estes deveriam fazer um pedido público de desculpa, por terem dramatizado um quadro ou, noutro ângulo de leitura, tentado enganar o Estado.

Ilidio Manuel

Saiba mais sobre este assunto, clicando AQUI

Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação

Postar um comentário

1 Comentários

  1. Não verdade que maior parte dos professores do sector privado de ensino, sejam na sua maior funcionários públicos. É tão inverdade está informação que, até quem paga a segurança social, disconsegue em avançar dados mais concretos. Em gestão pública, não é aceitável falar em probabilidades, uma vez que, quem manipula os dados, as estatísticas e todos os veículos de informação é o gestor público. O consultor do MAPTESS peca por nem conhecer a percentagem dos professores qur funcionam no sector público de ensino.

    ResponderExcluir