Durante o conflito armado, o próprio governo angolano – através dos seus generais – forneceu propositadamente combustível a UNITA como medida destinada a infiltrar e estudar os corredores de logística da guerrilha, que na altura eram controlados por dois oficias de Savimbi: Marcelo Moisés "Carriça" e Hélder Boris Mundombe.
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No dia 28 de Dezembro de 1998, Jonas Savimbi, reuniu-se, no Andulo com sete oficias dos seus serviços de Inteligência (General Jacinto Bandua, Benjamim Ekuikui, Brigadeiro Teodoro Lucas Carlos Kalala, Ricardo Chipati, Boris Mundombe, e Coronel Estêvão Virgílio Simão Satchipia) pedindo que o dessem dois anos pois, segundo fez saber tinha combustível suficiente para em dois anos prosseguir e haver desfecho do conflito armado. Para o seu desagrado, as FAA, infiltraram a guerrilha e distribuíram todo o combustível que Savimbi guardava.
Num e-mail enviado a um responsável da guerrilha na Europa que lhe pedia esclarecimento sobre o paradeiro do general Altino Sapalalo “Bock”, o líder da UNITA respondia que “Nas FALA a responsabilidade do Bock é equacionada de forma igual a do Bandua que se assumiu publicamente nas emissoras que foi quem sabotou a nossa logística...”
José Gama
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