Mais do que nunca, o JES entrou para a história, como um grande herói, um jovem futebolista emprestado à política, um engenheiro de petroquímica, um humanista, um político que desafiou a sua época, um pacificador, um patriota e optimista, um guerreiro conquistador da paz do povo, um líder de carisma universal e excepcional, cuja chama de seus actos estará acesa até a consumação dos séculos.
JES, como esforço maximamente revolucionário e autêntico, em busca da paz e da totalidade da liberdade no horizonte austral de África, aparece – nos, historicamente, configurado em diversas perspectivas, dado que tanto se ocupou em procurar libertar exaustivamente o nosso País das algemas de uma guerra sem precedência, como considerou, o renascer de um País, como tarefa essencial e prioritária da revolução, procurou, responder as questões que emergiram na condição e situação humana da época, interrogações urgentes, acerca do País e do futuro de seu povo que tanto sofria da mãos dos conflitos armados, imposto pela UNITA e pelo Apartheid. Fundamentação da liberdade, visando a construção de uma marca que dignificou o existencialismo de uma nova era, assume – se como um político revolucionário, fundamental no processo de luta contra a expansão do imperialismo ocidental, onde se reconhece não apenas a dimensão vital da sua luta, mas se anuncia também a sua própria vocação de liderança. Ora, nesta luta primordial em nome da paz, expressa – se a linha de pensamento em que se integra a reflexão de uma angola liberta das armas, ao mesmo tempo rica e ditosa, que JES com grande coerência e mediante uma obra tão variada, nos legou numa trajectória de inspiração histórica num tempo de guerra de noite, de dia e de sofrimento e passou automaticamente para a reconstrução daquilo que encontrava – se totalmente destruído.
O sacrifício de JES desafiou as impossibilidades, porque, conquistou proezas naquilo que parecia impossível. Podemos então relevar, o significado e sentido de expressão do pensar heróico nacionalista e patriótico, do engenheiro de petroquímica, singular e imbatível, a fim de justificarmos a actualidade e o valor relutante de sua peleja contra as azedias do passado.
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Desde muito cedo, destacou – se nos musseques de Luanda, ainda estudante do liceu, numa luta clandestina, que viria marcar – lhe por fugas sucessivas para as matas do Congo Kinshasa, desviando assim de raptos para prisões da PIDE e torturas, porém, os postulados de índole revolucionária e ousada, acompanharam a sua persistência no círculo dos “maquis”, sempre fiel à uma perspectiva intelectual da razão que punha à priori a liberdade, negando nunca a qualquer castigo que tinha de ser – lhe imposto em proveito da liberdade do povo angolano.
Esta fidelidade teimosa na busca da satisfação dos interesses do povo, tornou – o, num guerreiro incansável, tê – lo – á, levado a considerar sem interesses pessoais, o sacrifício da própria vida, encerrando – se, numa luta incansável e tendencialmente rígida, fechado ao fogo e ao ferro, bem como em oposição clara ao colonialismo português, numa negação absoluta ao colonialismo, que, afinal, não ousava, questionar mais nada, senão apenas a liberdade que o seu próprio povo clamava.
JES, legou – nos, uma elevada concepção de humanismo e heroísmo, diria mesmo, que, nele reside a paz plena alcança por Angola em todos os seus cantos.
Das mais terríveis experiências vividas, no passado, coube ao ex - Presidente Dos Santos, colher as lições, de modo que a paz, tão duramente alcançada, fosse não só defendidas, mas também que com inteligência se fossem abrindo os caminhos de um futuro com a dignidade que o povo angolano, todos povos africanos e a humanidade merecem.
O Excelentíssimo líder JES, representa para Angola tão grande sacrifício que por amabilidade o fez de forma patriótica. Fez - o ao meu país como dever de consciência, friamente, serenamente cumprido, ex – Presidente JES é exemplo de verdadeiro patriotismo.
Tomou, apesar de tudo, uma pesada tarefa que concerne a luta pela paz, a luta pela materialização da liberdade. Temos hoje nós a certeza de que foi Deus quem lhos enviou, para que as acções projectadas pelo criador encontrassem espaço entre humanos angolanos. Debalde, porém, se esperaria que milagrosamente, por efeito de vara mágica, mudassem as circunstâncias da história angolana, sem a participação efectiva de uma personagem única. Pouco mesmo se conseguiria se o País não estivesse disposto a todos os sacrifícios necessários e a acompanhar - lhe com confiança na sua inteligência, na sua honestidade, confiança absoluta mas serena, calma, sem entusiasmos exagerados nem desânimos depressivos.
Ele apontou Angola sobre o caminho certo e racional que Angola merecia trilhar, sobre os motivos e a significação de tudo que visa engrandecer a liberdade do angolano; ele teve sempre ao seu dispor todos os elementos necessários ao juízo da situação vivida.
Quero enaltecer com honra sublime o “O Patriota” da Nação Angolana, herói entre os heróis, que o povo angolano se dirige singularmente em homenagem a esta pessoa, pelo papel incontornável na dimensão nacional, não por aquilo que esta figura representa de motivo de entusiasmo para o país, mas pelo que traduz de apoio necessário à Angola que todos desejam ver continuamente realizada.
Bem – haja!
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