O regime tirano de Neto revela a elevação da opressão contra o povo angolano. Longe de ser um grande líder, como querem fazer crer os seus idólatras, Neto, sem o estofo de um Mandela ou de um Gandhi, o que estás personalidades têm de mais luminoso é o culto da justiça e da generosidade.
Porém Agostinho Neto foi na realidade um monstro que governou Angola da forma mais bárbara e sanguinária possível, tendo violado todos os princípios e valores das lutas pela independência de Angola patentes nos Acordos de Alvor, com as suas duas mãos Neto violou tudo, e colocou o País numa guerra fratricida na qual cometeram - se os maiores crimes e atrocidades da humanidade.
Por falta de humanismo e grandeza, Neto não só foi capaz de evitar o divisionismo no MPLA e no País como também fomentou todo tipo de separatismo, do qual resultaram as consequências mais funestas para o povo angolano que até então continua a derramar lágrimas em virtude dos seus ancestrais mortos pela guerra deixada por Neto.
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AS LOUCURAS DE AGOSTINHO NETO
Nas suas obstinacoes o velho calejado em violar tudo quanto eram regras e acordos, deixou que o ódio dominava todas suas decisões. Neto era um temível alcoólatra cujas decisões eram tomadas num estado de profunda embriaguez, razão pela qual persistia nos assassinatos como o único modus operando do seu governo. O velho calejado no copo, deixou para o mundo uma marca que atravessará gerações: O facciosismo.
Agostinho Neto deixaria a Angola, referiam os autores, “o legado da máxima centralização de um poder incapaz de dialogar e de construir consensos, assim como de uma corrupção endémica. E os portugueses que nasceram e viveram em Angola, ainda hoje recordam o papel que teve na sua expulsão do país. Antes da independência declarava que os brancos que viviam em Angola há três gerações eram os «inimigos mais perigosos»
“A expulsão foi uma decisão racial, já que a maioria dos portugueses eram simples trabalhadores, necessários ao país, pois sem eles a economia e os serviços passariam a funcionar mal ou deixariam mesmo de funcionar. Os resultados dessa expulsão continuam à vista. Tirando o petróleo, que representa mais de 50% do PIB, 80% das receitas do Estado e 90% das exportações, na Angola de hoje praticamente não existe indústria e, num país com condições agrícolas para alimentar toda a África, até os alimentos são importados”, dizia a autora em Outubro de 2007.
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