Hojy Ya Henda era um comandante disciplinado , que honrava a sua palavra e esperava sempre que todos fizessem também o mesmo inclusive o próprio presidente Agostinho Neto .
Ao contrário do Petroff que era de opinião de que se abrisse sempre uma exceção ao Agostinho Neto , pelo facto de que era o presidente e estava sempre em contradições com Hojy Ya Henda.
Pouco antes de Hojy Ya Henda ter levado um tiro nas costas ou seja vindo de trás que só podia ter sido uma bala amiga , tinham estado num acampamento onde houve uma discussão a noite entre este e Petroff por causa de um cantil de água.
Uma das disciplinas rígidas naquele tempo que Agostinho Neto aconselhava aos seus comandados , era que dessem muita importância à água principalmente quando estivessem em caminhadas.
Porque geralmente nunca se sabia onde e quando encontrariam o próximo rio.
Ou uma fonte corrente qualquer de água , pois é mais fácil se aguentar com fome do que com sede principalmente quando em caminhadas longas por matas densas .
A história do cantil aconteceu a noite , Neto Tinha ordenado que cada um cuidasse da sua água e que ninguém tocasse na água do outro , porque para o dia seguinte a caminhada seria longa , o que todos concordaram.
Enquanto se dormia , Petroff sempre junto de Neto tipo guarda costas e não muito longe estava Hojy Ya Henda , todos estavam numa em grande soneca Hojy Ya Henda nem por isso .
E qual não foi o seu espanto ao dar com o Neto bebendo do cantil que não era dele .
Hojy Ya Henda bravou e em voz alta começou repreender Agostinho Neto pela atitude , uma vez que estava a desrespeitar as orientações que ele mesmo tinha dado á todos para que cumprissem .
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Petroff não gostou da forma como Hojy Ya Henda repreendeu Neto nesta já madrugada que era .
Marcado para o início da caminhada onde Hojy Ya Henda veio á morrer com o tal tiro disparado acredita-se por quem estava a sua atrás Petroff.
Uma morte idêntica tinha acontecido também em Cabinda anos depois e desta vez a vítima foi o Nguengy .
Que conheci pessoalmente na base do Kassel não muito longe do aeroporto onde esteve estacionado o esquadrão maiombe antes de entrar em Luanda.
Histórias sobre mortes bizarras dentro do MPLA entre camaradas não é nada de novo .
Mesmo ate hoje acontece e acredito que qualquer dia muitas mortes .
Sobre as quais algumas pouco ou quase nunca comentadas poderão ser tornadas publicas ja que ate fazem de assassinatos ainda segredo de estado.
Fernando Vumby
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