AS INCOERÊNCIAS DE JORGE VALENTIM SOBRE A DIPANDA-ILIDIO MANUEL




Ouvi esta manhã na RNA o testemunho de Jorge Valentim (JV), um dissidente da UNITA, sobre a proclamação da nossa Dipanda. Dizia ele que a 11 de Novembro de 1975 estava no Lobito, sua terra natal, quando, no Huambo, foi proclamada a independência conjunta pelos dois MLN aliados à época, nomeadamente a UNITA e FNLA. 


Mentiu quando disse que Holden Roberto estivera no «local do crime» quando, na realidade, o homem se encontrava no Ambriz, já vergado ao peso da derrota militar que sofrera na véspera.

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O antigo dirigente do Galo Negro (GN) revelou que não acreditou na «independência» que tinha sido proclamada na capital do Planalto Central e que não se revia nela. Para JV, a verdadeira independência era a que tinha sido proclamada em Luanda pelo MPLA.


Ora, se o homem não se revia naquela Dipanda do Huambo, por que andou todos aqueles anos a errar pelas matas, a consentir sacrifícios, para derrubar o governo «legítimo» do MPLA, ainda que este tenha saído da ponta dos fuzis?


Ninguém em sã consciência acredita que o «maninho» JV, que fazia discursos inflamados a partir do bastião da resistência armada, não sabia o que fazia nas hostes do GN... 


Seria um «idiota útil»?


Por pouco teria dito que fora forçado por JMS a lá estar, ou que estava a fazer «espionagem» a favor do MPLA...


Haja coerência e coragem em assumir os erros do passado. O pior de tudo é que JV e outros tantos políticos da sua estirpe fizeram os jovens a acreditar em determinadas causas, a ponto de muitos sacrificarem as próprias vidas, outros ficaram estropiados para o resto da vida.


Vil metal a quanto obrigas!



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