Na Sonangol, houve três grandes figuras que administrara esta grande empresa com grandes actos de pilhagem a que a petrolífera nacional esteve constantemente sujeita. Se a corrupção mata, temos escrito. Mas há níveis de crueldade arrepiantes nos esquemas de corrupção que havia dentro da Sonangol.
Tomamos conhecimento da existência de participação das empresas do “trio”, (Manuel Vicente, Francisco Lemos e Orlando Veloso) que tivera na pilhagem a que a petrolífera nacional teve, sendo uma delas o Grupo Novagest Serviços e Gestão SA, empresa na área de Catering e Restauração coletiva.
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Outra é a empresa Technoedif-Projectos SA, - Angola- cujo único e principal cliente, direta ou indiretamente, foi a SONANGOL, no período em que o trio, esteve a gerir aquela empresa estatal. Que assim que concluíram o seu objectivo primário de extorquir o estado angolano a mesmo acabou encerrada.
Além da empresa AMAL Construções Metálicas, o trio também estavam associado a sua então concorrente, Lyon Construções e Manutenções Metalomecânicas SA, empresa que se dedica à execução de projetos de parques de armazenagem de produtos petrolíferos.
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1 Comentários
Ser jornalista também exige escrever bem. O Lil pasta é angolano residente no Brasil se não me engano, já tivemos a oportunidade de conversar num meeting sobre Pan-Africanismo. Mano, rectifica isso. Coloque "Saqueadores".
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