Em 5 de fevereiro de 2010 foi aprovado a Constituição da República de Angola (CRA) , onde vinha a trazer a apresentação do poder absoluto do Presidente da República. Apartir daí começou todo o processo que estamos a viver até aos dias de hoje. A constituição da República de Angola foi aprovada para o favorecimento das eleições de 2012 . O MPLA preparou o terreno para ter eleições como teve. Porém consequentemente a isso vemos então o MPLA a preparar o mesmo caminho, mas dessa vez ele não vai ter o mesmo êxito que teve anteriormente pois está não só a embater contra os partidos políticos, más sim contra a sociedade civil e não só. Desta vez o MPLA está a encontrar um oposição que certamente lhes dará muito trabalho, pois não pense o MPLA que terá o mesmo favorecimento.
Angola é um projecto de todos nós, onde os interesses da nação estão em torno da reconstrução nacional, e reconstrução econômica.
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Temos em representação a Comissão Nacional de Eleições (CNE) que é controlada e manipulada pelo partido no poder pois relatos são de fora pelos Observadores nacionais e internacionais de que embora a CNE tem a composição dentro do Princípio da Porposionalidade, mas as eleições são geridas fora do estatuto legal apresentado ou seja o voto é de acordo ao que o regime quer.
A verdade eleitoral é uma questão de cidadania e soberania e a soberania de uma nação reside no povo. Pois um fraude eleitoral é assimilado à um golpe de estado pois é a tomada de poder pela força.
A verdade eleitoral é, e deve ser uma preocupação para o cidadão!
Não podemos só atribuir essa responsabilidade nem culpabilizar os partidos da oposição pois todos nós somos angolanos e devemos lutar por um direito que é nosso! É nossa responsabilidade como angolanos lutarmos pela nossa nação.
Em 2017 partidos da oposição reagiram, criaram uma plataforma , porém nada foi resolvido nem resultou em nada porque os órgãos que deveriam garantir uma justiça justa na nação são eles todos manipulados pelo MPLA são eles os seguintes órgãos; Tribunal , CNE, Polícia Nacional.
O que nós angolanos podemos fazer para podermos ter eleições justas?
O que fazer?
Resp: Trabalhar de olhos bem abertos e sendo rigorosos, e estarmos mais informados em relação aos processo de eleições. Pois a cada vez menos confiança no processo de eleições.
No surgimento de estarmos atentos é devido a Fraude de 2008 pois foi massiva e se viu que no Kuanza norte teve mais votos do que eleitores.
As eleições em 2012 são frutos das manipulações dentro da alteração da constituição de 2010 , pois soubemos que as mesmas forma feitas para favorecer o Jose Eduardo dos Santos e o mesmo favorecimento abrange ao atual presidente da República senhor João Lourenço.
As eleições de 2008 foram apontadas e criticadas pelos observadores nacionais e internacionais por falta de transparência do partido no poder . Em 2012 as faltas de ética e profissionalismo resultou em agressões aos jornalistas e ainda resultou em mortes a 2 ativistas, não tivemos por parte das autoridades uma justiça justa e parcial e nunca houve uma justificação via pública ninguém veio a público justificar nada.
Problemas apontados pelos Observadores nacionais formam os seguintes nas eleições de 2008, 2012, 2017 muitos eleitores não votaram por terem as assembleias de voto fechada , outras por abrirem tarde outros por não poderem ir votar em Luanda, por falta de material apresentado para se trabalhar etc.
Nada se fazia para mudar o quadro e os midia favoreciam o partido no poder.
Em 07 de Junho o Padre Pio Wacussnge esteve à 7.06 no parlamento Europeu para queixar Angola sobre abuso de direitos humanos em Angola, o líder religioso exemplifica o assunto das mudanças políticas em ANGOLA e das eleições e como a sociedade civil está a encarar o processo.
David Zounmenou, Instituto para estudos de Segurança ( ISS) da África do Sul, diz que o que aconteceu em Angola nas eleições gerais não foge ao ritual eleitoral em África, para ele tanto José Eduardo dos Santos, como o MPLA prepararam nos últimos dois anos o terreno para que as eleições tivessem o resultado que tiveram.
15 de Julho o Ministro das Relações exteriores, George Chicote , afirmou em Luanda que Angola não aceita assinar o Acordo prévio solicitado pela União Europeia para a vinda da sua missão de observações em ANGOLA. Segundo o mesmo diz que o convite é aberto mas que não queremos quaisquer acordos específicos com cada uma destas organizações, quem quer vem , quem não quer não vem assim disse o Ministro.
A pergunta é a seguinte o porque não aceitam acordo com a União Europeia no que tange aos observadores internacionais? Será que existe um medo do partido no poder???
Para terminar podemos diante de tudo analisado ver que os resultados das eleições de 2017 apresentados pela CNE foram anunciados tardiamente, e suscitou de dúvidas sobre a transparência processo. Pois a CNE apesar de anunciar os resultados não divulgou, conforme previsto, não forma apresentados os resultados no mesmo dia das eleições e não fez em conferência de empresa.
Diante dos factos apresentados podemos ver que de facto o caminho é longo e temos muito trabalho, todos nós, quer partidos políticos quer sociedade civil, precisamos exigir que em 2022 tenhamos um processo de eleições claras e justas onde o povo ANGOLA votará mudança pois está cansado de mentiras e promessas não cumpridas desde 1992.
O MPLA falhou e tem que acreditar que falharam, fracassaram naquilo que foram as suas expectativas de governação.
O MPLA precisa de entender e perceber a pulsação profunda do povo , conhecer a vivência do povo , entender e viver o sofrimento do povo.
Será que vocês vão continuar a dar o vosso voto ao MPLA para continuar a roubar e matar como mataram Inocêncio de Matos que saiu a rua para manifestar um direito?
Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação




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