Tyipinge é um corrupto que confessou os seus crimes, mais continua em liberdade a comer do bom e do melhor em sua casa, e o povo da Huila morre de fome



Deveriam ser alvos dessa limpeza, feita com bastante esfregão e potassa, criaturas como o ex-governador da Huíla, João Marcelino Tyipinge. Demitido do cargo, depois de haver confessado espontaneamente o desvio de avultadas somas de dinheiro público para contas privadas, ele foi refugiar-se na Assembleia Nacional, espaço onde são acolhidos, de braços abertos, contraventores e semelhantes. Como o ex-governador da Huíla, há outros deputados que tomam o nosso Parlamento como um santuário da impunidade. São indivíduos que têm algo a dizer ao país sobre como usaram fundos que era suposto serem de todos os angolanos.

Tráfico de influência, nepotismo 


Maria Tyipinge Escovalo que se encontrava a estudar geografia no Brasil regressou ao país em Abril de 2017. Logo a seguir o pai, impôs o seu nome no quarto lugar da lista de candidatos a deputados pelo circulo provincial da Huíla, de que foi eleita, gerando na altura descontentamento por, os militantes, a não a reconhecerem militância. Enquanto estudante no Brasil, o pai havia também colocou Maria  Tyipinge Escovalo   como Directora Municipal da Educação, Ciência e Tecnologia da Humpata, de modo a que a mesma beneficiasse de salário da função pública.


 

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O Lil Pasta News sabe, que enquanto  governante, Marcelino Tyipinge tinha a fama de misturar as suas funções governamentais com os negócios privados. Uma empresa da filha Rosa Tyipinge, prestava serviços a maternidade Irene Neto. Tais negócios, não eram alheios a Altino Chantal Matias, o cunhado do ex-governador que exercia o cargo de diretor provincial da Saúde antes de ser transferido para exercer outras funções no ministério da saúde em Luanda.


 


O ex- governador foi também varias vezes apresentado como tendo interesses na empresa Zomolion, que tem o contrato para a recolha lixo (resíduos sólidos) da cidade do Lubango. A hospedaria Primor, na Humpata que acolhe hospedes do governo é também associada aos negócios da família Tyipinge.




Os milhões da Educação

 


Dos 3.545 funcionários a que a então Direcção Provincial da Educação na Huíla devia dinheiro, feitos os acertos, deu-se com um remanescente de praticamente 200 milhões de kwanzas e com um grupo de professores que varia nos números apresentados pelo sindicato, governador provincial e director provincial da Educação.

 


Na altura, Tyipinge justificou que para proceder àqueles pagamentos, a província da Huíla recebeu do Tesouro Nacional um total de 3 biliões, 364milhões, 43 mil, 681 Kwanzas e 43 cêntimos, que serviram para pagar a todos. O ex-governador provincial insistiu que depois do processo de pagamento apenas apareceram 33 reclamações, de igual número de funcionários, e que foram todas atendidas.

 


Numa conferência de imprensa que deu para esclarecer este escândalo, o então governador tinha dito que não se tratava de salários, trata-se de subsídios de colaboração, subsídios de exames e diferenças salariais para aqueles indivíduos que tinham cargos de direcção e chefia.

 


Dos mais de 3 mil milhões de Kwanzas que o ex-governador afirma terem servido para o pagamento da divida em favor de 3.545 funcionários do sector da Educação no ano de 2014, houve um remanescente de 199.999.999,96 (cento e noven- ta e nove milhões, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove Kwanzas e noventa e seis cêntimos).

 


Este valor, segundo afirmou, foi aplicado para a compra de laboratórios distribuídos nos seguintes moldes: cinco laboratórios de Física para o segundo ciclo, orçados em Kz 60.704.228,30; três laboratórios de Biologia para o primeiro ciclo com o custo de Kz 15.808.594,20; três laboratórios de Física para o primeiro ciclo, orçados em Kz 33.422.776,92, e três laboratórios de Química para o primeiro ciclo avaliados em Kz 26.136.803,55.



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