Foi no dia trinta de Agosto que se relançou a discussão da fraude eleitoral fruto de uma pressão contínua entre as forças vivas da Sociedade Civil que posteriormente desembocou para os partidos políticos. Estão lembrados que o João Lourenço numa jogada mal elaborada com os vícios a mostra, fez a lei voltar no Parlamento, uma lei que não deveria sair nunca, da Assembleia Nacional com aqueles ataques cardíacos a bem dita democracia .
Um aspecto que me chama atenção, é que a lei voltou como previsto, numa discussão ferrenha que o presidente do MPLA teve com o presidente da república tendo este por último decidido a sua retomada. A verdade é que a lei está devolvida; e agora? Vamos esperar mais a discussão e aprovação para depois nós irmos fazer manifestação? Eu acho que devemos ser precisos e acertivos, e que neste exacto momento devemos exigir a abertura da lei para a sociedade civil opinar do que pensa sobre a lei, bem como equilibrar a balança nos pontos apresentados.
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Com a auscultação pública nós estaremos a lançar um barómetro sobre a capacidade de ouvir e validar as opniões dos outros por parte dos nossos dirigentes, seria um exercício pleno de democracia. Como não está a se partir por este caminho, de um lado ou por não pressionarmos ou então pela vontade das elites políticas, seria bom traçarmos pautas reivindicativas que influenciem na lei; Como disse um ancião da política nacional: "ontem a fraude era por estrutura, hoje quer se legalizar".
Com leis e instituições viciadas não podemos ir as eleições. Devemos pegar a lei e apresentarmos uma proposta de lei enquanto sociedade Civil. Se as propostas não forem tidas nem achadas, devemos activar os mecanismos necessários.
Devemos exigir:
-A PARIDADE NA CNE.
-INCORPORAÇÃO DE MEMBROS INDEPENDENTES NA CNE.
-CONTAGEM MUNICIPAL E A PUBLICAÇÃO DAS ACTAS SÍNTESES NO LOCAL.
- DESENCORAJAR A CASA CIVIL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE CONTROLAR OS CENTROS DE ESCRUTÍNIO.
- NOVAS EMPRESAS TECNOLÓGICAS QUE NÃO ESTÃO IMPLICADOS EM ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO.
- A REVISÃO DA CNE E A EXONERAÇÃO DO MANICO.
- A REVISÃO E A EXONERAÇÃO DA SENHORA LAURINDA DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL.
Com isto estaremos a fazer bem o nosso trabalho enquanto SC, e tocando a música para outras organizações políticas. Sem estratégias não vamos longe.
(Abraços do vosso irmão Timóteo Miranda).
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