Desde que Angola passou a recorrer a espanhola INDRA, as eleições no país são feitas sem apuramento eleitoral, o que quer dizer que para ganhar as eleições o MPLA não precisa de votos dos eleitores. Precisa de argumentos para justificar resultados atribuídos aos outros adversários.
Em 2008, o MPLA através dos seus “analistas políticos” justificou que a UNITA perdeu as eleições por causa do passado da guerra. Em 2012/2017 alegou que a UNITA perdeu porque estava divididos e os militantes votaram em Abel Chivukuvuku que apareceu com uma nova coligação.
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Chivukuvuku esta de “volta” alinhando a Frente patriótica criada pela UNITA. Se Chivukuvuku junto com o BD estão apoiar a UNITA, o logico seria nas próximas eleições o “Galo Negro”, ter os seus 51 deputados, mais os 16 deputados da CASA-CE, e os votos da sociedade civil, somado aos dos descontentes do MPLA. A UNITA, tendo em conta a aceitação que esta a ter teria de ter mais de 67 deputados e não os 51 presentes.
Para não haver este cenário, o regime perturba a fundação da FP com campanhas e debates nos medias denigrindo esta “frente”. Portanto, quando o TC veem afastar ACJr da liderança da UNITA, o regime está arranjar argumentos para justificar “derrota” e resultados baixos que irá atribuir ao seu principal opositor.
Em Setembro de 2022, teremos os analistas de 2008/2012/2017, a irem para as radio dizer que - Não obstante a impopularidade que JL, e as falhas das promessas eleitorais, a UNITA teve perdeu as eleições porque “tinha problemas de Presidente” , perdeu as eleições “porque estava dividida”. A UNITA ainda não se reuniu para traçar o seu futuro mas os analistas já estão atribuir “divisão” neste partido. Carlos Alberto (SINSE) e Octavio Capita, ligado a Norberto Garcia da acçaão psicológica, já estão a distribuir textos falando em falta de unidade entre Samakuva e Adalberto Jr.
Por isso reiteramos que a decisão do TC em afastar ACJr serve para matar a sua popularidade e para criar argumentos para justificar resultados eleitorais.
Os deputados do MPLA devem aproveitar a oportunidade que o PR devolveu o pacote eleitoral ao parlamento. Produzir uma documento consensual e organizarmos eleições transparentes de modo a que os votos possam representar a vontade do povo. Que ganhe o melhor e não o que seja ajudado pela espanhola INDRA, que esta a enfrentar problemas de tribunais por ajudar regimes da américa latina com recurso a fraude.
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