PCA da TAAG defende injecção de dinheiro para fazer face ao endividamento da companhia



Os dados disponíveis no relatório e contas da companhia de bandeira indicam que os resultados em dólares, apesar de ser evidente a tendência de recuperação de 2022, o EBITDAR (lucro antes de Juros, Impostos, Depreciação, Amortização e Aluguer) fixou-se em - 22 milhões, com uma margem ainda negativa de 6%.


Apesar do resultado líquido, em dólares, ainda negativo, é previsível, na óptica da Administração da TAAG, que até 2024 se alcance um resultado positivo. Para tal, a presidente do conselho de administração (PCA) da TAAG, Ana Major, defende injecção de dinheiro para fazer face ao endividamento da companhia, em resposta às recomendações do auditor independente.



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Em entrevista à Revista Economia e Mercado, Ana Major, realça que o relatório do auditor independente chama a atenção para a necessidade do apoio accionista no processo de recapitalização e restruturação financeira da empresa.


"Esse apoio é fundamental para que possamos alcançar essa meta. É indispensável a injecção de recursos por parte do Governo, para fazer face aos actuais níveis de endividamento. Temos trabalhado com os accionistas e com os Ministérios dos Transportes e Finanças, a fim de conseguirmos um esforço global de saneamento do balanço e capitalização. Temos a certeza de que, em breve, esse esforço se irá materializar e irá ser do domínio publico. esforço se irá materializar e irá ser do domínio publico. Estamos num contexto de restrições e austeridade orçamental e de prudência na utilização dos recursos públicos e, por isso, valorizamos o esforço que será feito pelo Governo".


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