CASO MARIA MENINA ABUSADA SEXUALMENTE



Juíza Maria Alice José da Silva ameaça o pai na presença do advogado e manipula a MAGISTRADA DO MINISTÉRIO PÚBLICO que vai ter o primeiro contacto com o pai. 


No dia 13 de Setembro o pai foi notificado para se apresentar no JULGADO DE MENORES para prestar declarações à magistrada do MINISTÉRIO PUBLICO.


Quando o pai chegou ao JULGADO DE MENORES foi visto pela Juíza Maria Alice José da Silva que questionou o motivo da presença, ao ouvir que o pai ia ser ouvido mandou conduzir o pai e o advogado para uma sala isolada dizendo que ia falar com eles.



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Após uma longa espera a Juíza chegou visivelmente alterada tentou descartar-se de responsabilidades pelo acto de enviar a menor para viver na casa onde foi abusada à guarda da mãe que consente e presencia os abusos, tentou distanciar-se impedimento à menor de receber visitas do pai.

d. Negou responder às questões do pai e tentou intimidar.

e. Prosseguiu para denegrir a imagem do pai junto do seu advogado.


Tentou intimidar o pai sem qualquer sucesso, e finalizou o ameaçando com um processo sumario ao que Manuel Guerra respondeu com um sorriso irónico: -Estou aqui! 


Perante esta resposta e todo o episódio pouco digno de um magistrado, e visivelmente perturbada a juíza de imediato saiu da sala.

Foi em busca da magistrada do MINISTÉRIO PUBLICO e de forma desastrada ficaram à conversa junto à janela da sala onde estava o pai e o seu advogado.


Basicamente denegriu o pai e insistiu que o processo é para arquivar.


A magistrada recebeu inicialmente Manuel Guerra com enorme frieza e ao longo da conversa foi surpreendida com as contradições suportadas em provas apresentadas que exponham as inúmeras mentiras no processo tidas como verdades e as diversas declarações falsas de Teresa Muhongo.


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