N’Gunu Tiny compra 40% da editora da Forbes Africa



O Emerald Group, através da sua subsidiária focada em países africanos de língua inglesa, Media54, comprou uma participação de 40% na ABN Publishing, editora da Forbes Africa e parte do Grupo ABN.

O negócio incluirá as operações baseadas na África do Sul, bem como escritórios no Quénia e na Nigéria e prevê a nomeação de dois membros para equipa de gestão. O Emerald Group detém a Media9, empresa que publica o Jornal Económico, o NOVO e a Forbes Portugal. É editor, também, da Forbes África Lusófona, através da Emerald Europe.

O negócio permitirá que a Forbes África e a Forbes África Lusófona “melhorem e fortaleçam a sua cobertura editorial do continente, bem como forneçam uma plataforma multicanal diversificada para conteúdos premium que vão desde notícias financeiras e económicas a desporto e entretenimento, permitindo assim a venda cruzada de serviços num mercado muito mais abrangente”, refere o grupo, em comunicado.


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O Emerald Group considera que o investimento planeado irá reforçar ainda mais a sua estratégia de se tornar um importante meio de comunicação, cobrindo 55% do continente africano. “Este investimento é mais um passo importante no nosso compromisso e estratégia de longo prazo para África”, afirma N’Gunu Tiny, chairman e CEO do Emerald Group.

“O inglês é a língua internacional dos negócios, e vemos um caminho claro à frente, capitalizando uma marca global como a Forbes para construir uma plataforma de conteúdos para aqueles que estão impactando positivamente o continente, tornando-o mais inclusivo, sustentável e próspero para a geração atual e futura”, acrescenta.

Sidharth Wahi, diretor-executivo da ABN Publishing afirma que “as sinergias resultantes deste investimento estratégico representam uma nova oportunidade de crescimento, mantendo o foco nos nossos valores basilares, mas ao mesmo tempo expandindo o trabalho iniciado há 13 anos”.

O crescimento económico em África é o segundo mais rápido, a seguir à Ásia, com um ritmo de expansão do produto interno bruto dos 54 países de 3,2% no ano passado, que deverá acelerar para 3,8% este ano, estima o Fundo Monetário Internacional.


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