A Polícia Nacional deteve, na quinta-feira, o jornalista Amor Carlos Tomé, acusado de associação criminosa, falsificação de documentos e financiamento ao terrorismo.
A detenção ocorreu nas instalações da Televisão Pública de Angola (TPA), onde o profissional trabalhava há alguns meses. O próprio canal estatal divulgou a informação durante a sua emissão noticiosa.
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Antes de integrar a TPA, Amor Carlos Tomé exerceu funções na Rádio UNIA – 92.3 FM e na Rádio Essencial. Colegas de profissão descrevem-no como um repórter que enfrentava dificuldades financeiras, situação comum entre jornalistas angolanos devido aos baixos salários pagos no sector.
A acusação de envolvimento em financiamento ao terrorismo gerou estranheza entre profissionais da comunicação social, que consideram improvável a hipótese de o jornalista dispor de recursos para tal actividade. Até ao momento, as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre as provas ou circunstâncias que motivaram a detenção.
O caso está a gerar debate sobre a vulnerabilidade económica e a segurança profissional dos jornalistas no país.
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