Opinião – Alergia à Crítica e a Comunicação da FAB- Ildo Espinha


Portas abertas… mas só depois. Quarenta e oito horas depois do arranque do Afrobasket, a página oficial da Federação Angolana de Basquetebol (FAB) decidiu reabrir a opção de comentários nas redes sociais — meses depois de a ter fechado e, curiosamente, na véspera do segundo jogo da nossa seleção.


Durante todo esse tempo, a Federação perdeu milhões de interações, discussões saudáveis e, principalmente, a oportunidade de ouvir o verdadeiro dono desta casa: o público.


Fechar os comentários foi como um funcionário impedir a entrada do próprio patrão na instituição que o emprega. A FAB é sustentada pelo amor, pelo apoio e pela voz de todo angolano amante de basquetebol. Ao bloquear esse canal, a Federação não só calou críticas, mas também silenciou elogios, ideias e manifestações de apoio.


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Este episódio ilustra, mais uma vez, como as nossas instituições ainda comunicam mal e demonstram uma estranha alergia a críticas. Em vez de transformar opiniões divergentes em combustível para melhorar, preferem fechar portas e janelas — como se o silêncio resolvesse problemas.


Nós, o público, merecemos um esclarecimento. E mais do que isso: merecemos uma Federação que entenda que comunicação não é monólogo. É diálogo, é troca, é escuta ativa. Porque o


basquetebol não é só da direção da FAB. É de todos nós.


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