Os parceiros da ACNUR que trabalham no campo dos refugiados que se encontram no assentamento do Lôvua, reafirmaram esta terça (19.08.25) a sua assistência àquele campo até de Dezembro de 2025.
Esta informação, foi prestada pelo senhor Aram Fahim, Oficial Sénior de Proteção da Agência das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR) depois do encontro com o senhor Administrador municipal do Lôvua António Mussumari.
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O responsável sénior da ACNUR que chefia a delegação que trabalha na Lunda-Norte, disse mais adiante que apesar das restrições financeiras impostas por parte do Governo Americano, tudo foi feito para que o PAM, Visão Mundial e a Igreja Evangélica dos Irmãos em Angola, continuem a trabalhar até dezembro no assentamento do Lôvua.
O assentamento do Lôvua existe desde junho de 2017, altura que eclodiu o conflito tribal na Congo democrático, o assentamento, actualmente conta com 6.836 refugiados, dos 31.124 refugiados iniciais.
Fazem parte da delegação da ACNUR que se encontram de visita à Lunda-Norte, o senhor Pedro Tavares, diplomata da embaixada dos Estados Americanos em Angola, a chefe dos escritórios da ACNUR Jasmin Rodrigues e representante do PAM.
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