Polo de Produção Agrícola contará com o envolvimento de dois bancos angolanos para o financiamento das operações de logística interna e cobertura de custos locais.
Empresários brasileiros vão explorar uma área de 800 mil hectares nas províncias de Malanje e Cuanza-Norte para cultivar, em grande escala, itens do agronegócio nos quais Brasil se destaca globalmente na exportação, como soja, milho, algodão, laranja e carnes bovina, suína e de aves.
Raimundo Lima, presidente da Câmara de Comércio Angola-Brasil (CCAB), ao se referir ao projecto durante o evento GreenFarm, recentemente realizado em Cuiabá, disse que se trata de “um verdadeiro polo de intensificação da produção”, que contempla a instalação de fazendas para produzir em grande escala, com medidas de estímulo concertadas entre os dois países, que vão muito além da concessão da terra.
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Referiu, citado numa nota a que a E&M teve acesso, que o Fundo Soberano de Angola (FSA) terá uma comparticipação nas garantias do financiamento até à recuperação dos investimentos com o início das exportações dos produtos.
Reproduzindo as garantias dadas por Isaac dos Anjos, ministro da Agricultura e Florestas, o também presidente da Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (AEBRAN), acrescentou que a implementação do Polo de Produção Agrícola contará com o envolvimento de dois bancos angolanos para o financiamento das operações de logística interna e cobertura de custos locais por um período que deverá ser definido entre três e cinco anos.
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