CORTE DE BOLSAS DO INAGBE SOB DIREÇÃO DE DOMINGOS DEMBI CANGUENGUE, DEIXA ESTUDANTES DE MESTRADO EM SITUAÇÃO CRÍTICA

 


Um grupo de estudantes de mestrado e doutoramento afetos ao Programa de Bolsas de Mérito de Angola enfrenta dificuldades após cortes de bolsas decidido pelo Instituto Nacional de Gestão  de Bolsas Estudos (INAGBE). Embora a instituição tenha justificado os cortes com base na alegação de que os mestrados terminariam em julho, a realidade académica é outra: a entrega das dissertações em muitas Universidades Portuguesas vai até 31 de setembro e as defesas decorrem entre outubro e novembro.


Muitos estudantes continuam em Portugal, sem qualquer reprovação, cumprindo todas as exigências académicas da universidade, mas foram privados do apoio financeiro essencial.


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“O INAGBE alega que o meu mestrado terminou em julho, mas a universidade deixou claro que a entrega da dissertação é até 31 de setembro, e a defesa será em outubro. Mesmo assim, cortaram a bolsa. Nós não temos culpa dessa confusão institucional.”

— Estudante Anônimo de Mestrado - Universidade Nova de Lisboa


“Na voz do Director do INAGBE, Domingos Dembi Canguengue, disse em alto e bom tom na reunião que não haveria extensão para ninguém. Mas alguns colegas foram cortados em julho, outros vão até setembro e já receberam agosto. Não há lógica nem transparência. Estamos à mercê da vontade deles”, — disse um estudante que acompanha o caso desde o início.


“Nunca tive problemas académicos, cumpri todos os prazos que dependem da universidade, e ainda assim a bolsa foi cortada. Agora tenho de recorrer a amigos e familiares só para pagar renda e transporte. É frustrante e injusto para quem se esforça.”

— Mestranda afetada pelo corte - Universidade do Porto


Os estudantes relatam que a decisão da instituição ignora fatores fundamentais, como a dependência do calendário académico da universidade e a complexidade dos procedimentos de entrega e defesa das dissertações.


“O INAGBE parece acreditar que todos os mestrados terminam no mesmo dia, mas a universidade tem os seus próprios prazos. Nós estamos a cumprir tudo, mas o erro da instituição prejudica diretamente a nossa vida e os nossos estudos.”

— Bolseira anónima


Especialistas em programas de bolsas alertam que esse tipo de interpretação rígida de regras, sem considerar a realidade académica, pode comprometer seriamente o percurso dos estudantes.


“Quando a instituição assume uma regra que não corresponde à realidade, o efeito é sempre negativo para os estudantes. Eles acabam privados de recursos essenciais por algo que não depende deles”, afirmou um consultor familiarizado com o programa.


Os formandos denunciam afirmando que essa atitude é de má fé e de abandono sistemático: “Abandalherem os estudantes. Não têm objetivo algum com o programa de formação. Parece que a prioridade é apenas gerir cortes e não apoiar quem está a cumprir tudo”, afirmou outro bolseiro.


Uma doutoranda destacou a incompetência crónica da direção: “Nem Chivela, nem a ex diretora Sra Lazina Carmen, nem o Domingos Dembi Canguengue. Tudo na mesma. Muda-se a cadeira, mas não muda a forma de trabalho. Sai um incompetente, entra outro, e o ciclo continua. O programa sofre sempre pela mesma falta de visão e organização.” — Laurinda Ngueve


Os estudantes concluem que não estão a pedir favores, mas exigem que os erros institucionais não se transformem em obstáculos à conclusão dos estudos e à sua formação profissional e repudiam a forma como foram tratados pedindo desta forma respostas públicas: “Queremos que  Domingos Dembi Canguengue venha a público responder a todas essas questões. Nem que seja no linguajar político, queremos ouvir, pois quem sofre somos nós, e quem cumpre todas as exigências académicas não pode ser penalizado por falhas institucionais.”


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