Sócios da Exaclean Angola lutam pela ‘paternidade’ da empresa e acusam bancos e tribunal



Dois antigos amigos e sócios da empresa Exaclean Angola, desavindos desde 2020, acusam-se de desvios de fundos na empresa, corrupção, tráfico de influência e gestão danosa, arrolando também os bancos BFA, Standard Bank e Caixa Geral de Angola, assim como a 2.ª Secção da Sala do Comércio, Propriedade Intelectual e 3ª Secção da Sala do Tribunal de Comarca de Luanda de “conduta indecorosa”.

 


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Os bancos são acusados por Marco Cid, que diz ser o único investidor na sociedade, de não respeitarem uma ordem judicial que vetava o acesso às contas da empresa ao sócio suspenso da gestão e que alegadamente chegou a transferir para a sua conta pessoal mais de 20 milhões de kwanzas. 

 

Cid acusa ainda os funcionários da Sala do Comércio e da Sala do Trabalho de alegada “corrupção” por julgarem supostamente de forma parcial o caso. António Pereira, o outro sócio, queixa-se das mesmas instituições, acusando-as de estarem a favor de Marco Cid. 

Valor Económico 


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