O Comité Central do MPLA tem 497 membros. Muitas cabeças. Poucos cérebros. Um órgão anquilosado. Já não pesa como antes. Já não tem a serventia de outrora. Vulgarizaram-no.
André Ventura, líder da oposição portuguesa, está em modo carabina. Dispara contra tudo e todos. Sem solenidade. Sem contenção. Quer ser Presidente de Portugal e, para isso, faz ruído. Muito ruído.
Há dias, espinafrou o Presidente angolano sem cerimónia. Mas o que importa aqui não é o que André Ventura disse. É o silêncio sepulcral. Nenhum dos 497 membros do Comité Central saiu em defesa do chefe e da bandeira. Nenhum activista entrou em campo. Nenhum militante da base vestiu a toga de advogado de João Lourenço.
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Nada. Não há um comunicado. Não há um parágrafo. Não há um murmúrio. Silêncio barulhento. Isso é política. E João Lourenço tem de fazer a leitura com sangue-frio.
Esse silêncio não é acaso. É sinal. É ruptura. João Lourenço não deve ter ilusões: está sozinho. A sala que antes temia a sua voz hoje limita-se a observar. A esperar.
O IX Congresso Ordinário está ao virar da esquina. Ninguém sabe o que se dirá quando chegar a hora. Mas algo ficou evidente: O Presidente já não tem partido. O partido já o aguarda à saída. O que é de João Lourenço está guardado. Aguardemos pela “hora di bai”.
Que o País não se espante: Desamparado pelo próprio partido, a sua última defesa pode vir de onde menos se espera: Da Sociedade Civil e da oposição política. E ninguém oferece fidelidade de graça. A política cobra sempre. E cobra caro.
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