Ascensão Patrimonial de Silvestre Tulumba: Do Crédito Malparado das Dividas ao Banco de Poupança Crédito ao Luxo Europeu



Enquanto o combate à corrupção em Angola tem sido apontado como seletivo por diversos setores da sociedade, o empresário Silvestre Tulumba Kapose surge entre os cinco maiores devedores do Banco de Poupança e Crédito (BPC), acumulando, simultaneamente, um vasto património imobiliário e bens de luxo avaliados em mais de 200 milhões de euros. 


De acordo com informações apuradas, o empresário detém mais de 30 imóveis distribuídos por países europeus como França, Suíça e Portugal. Parte dessas propriedades estaria registada em nome de terceiros ou associada a empresas, levantando suspeitas sobre eventuais práticas de branqueamento de capitais.

Além do património imobiliário, Tulumba é apontado como proprietário de diversas viaturas de luxo e de um jato privado modelo Gulfstream P4, utilizado para viagens privadas e deslocações frequentes pela Europa. Existem ainda alegações de que algumas dessas deslocações estariam relacionadas com o transporte de bens de origem duvidosa.


Fontes indicam que várias das propriedades permanecem desocupadas, o que levanta questionamentos

sobre a sua real finalidade, sendo referida a possibilidade de utilização para justificar movimentações financeiras entre bancos europeus.



Apesar das suspeitas e de alegadas investigações em curso por autoridades europeias, em Angola o empresário nunca terá sido formalmente questionado pela Procuradoria-Geral da República quanto à origem da sua fortuna ou ao crescimento acelerado do seu património.


Silvestre Tulumba consta igualmente da lista de crédito malparado do Banco de Poupança e Crédito, tendo declarado falência de algumas das suas empresas. Segundo fontes próximas do processo, a medida teria servido como estratégia para evitar o pagamento de dívidas pendentes, ao mesmo tempo que as operações empresariais eram reestruturadas sob novas designações.



No Lubango, a antiga empresa IMOSUL, associada ao empresário, terá sido rebatizada como MERCONS.

A nova entidade já assumiu contratos relevantes, incluindo a manutenção da estrada Lubango–Benguela.


Observadores apontam que este procedimento — declarar falência, reestruturar e retomar atividades com

nova identidade empresarial — configura um padrão recorrente na atuação do empresário. Sendo que apenas nos resta a interrogação” A QUEM SERVE O INTERESSE DO COMBATE A CORRUPÇÃO?


Publicidade 


Fonte: https://www.secretonews.net/2026/02/ascensao-patrimonial-de-silvestre.html


Lil Pasta News, nós não informamos, nós somos a informação 

Postar um comentário

0 Comentários