Nós, jovens angolanos, pedimos a tua intervenção contra um sistema de exploração que cheira a corrupção transnacional. A VFS Global, uma empresa de origem indiana, transformou o processo de vistos para Portugal num autêntico mercado negro que beneficia apenas os seus.
O Esquema: Conluio e Exclusão
A denúncia é clara: existe uma rede organizada de grupos indianos que utiliza tecnologia avançada para sabotar oacesso dos angolanos.
Monopólio Tecnológico: A VFS é uma empresa indiana e os grupos que controlam os "bots" (robôs de agendamento) também são de origem indiana. Isto não é coincidência. Parece haver uma "porta das traseiras" ou chaves de acesso facilitadas que permitem que estes grupos capturem todas as 300 vagas diárias em segundos.
Extorsão Direcionada: Enquanto o site dá erro para nós, os angolanos, estes grupos vendem as vagas que roubaram por valores que rondam os $300 a $600 USD. É uma máfia montada para enriquecer estrangeiros à custa da miséria e do desespero do povo angolano.
Privatização de um Direito: Algo que deveria ser gratuito e gerido com transparência foi transformado num negócio privado e obscuro, onde a empresa gestora (VFS) parece fechar os olhos — ou colaborar — com os seus compatriotas para nos extorquir.
O Grito de Alerta
Tentámos protestar, mas a polícia travou a nossa voz. Por isso, recorremos a ti. Não podemos permitir que uma empresa estrangeira se instale em Angola para montar um esquema de castas onde o angolano é o último a ter direitos, sendo obrigado a pagar fortunas a máfias informáticas para conseguir um simples agendamento.
Jorge Mbalo Pinto
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