Tudo o que se disse sobre César Sousa é falso. Não houve viagem a Lisboa. Não houve jogo entre o Real Madrid e o Benfica. Não houve camarotes VIP, nem ostentação, nem luxo. Não houve milhões exibidos na Europa. Não há bilhetes, não há registos, não há provas. Apenas uma história inventada.
E é importante frisar: os bilhetes para o jogo foram disponibilizados apenas a amigos e parceiros que já estavam em Lisboa e queriam assistir. César Sousa não viajou para o evento; a participação de alguns convidados não tem qualquer relação com ostentação ou uso indevido de recursos.
César Sousa não é membro do Governo, não exerce funções públicas, não gere fundos do Estado. É um cidadão privado. Transformá-lo em alvo de um suposto "escândalo governativo" é pura manipulação, uma tentativa deliberada de enganar o público.
Isto não é escrutínio. Não é jornalismo. Não é crítica. É calúnia. Inventar factos e apresentá-los como escândalo é desonestidade pura. Quem acusa sem provas calunia. Quem constrói narrativas baseadas em mentiras descredibiliza-se a si próprio.
A verdade é simples e inquestionável: nada aconteceu. O resto é mentira. E, por mais alta que seja a voz que a espalhe, mentira continuará a ser mentira.
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