Dois meses após a tentativa de agressão de Isaías Kalunga (ex-presidente do CNJ) contra Mário Paulo Fernandes (presidente da UNE-ANGOLA), o sentimento de impunidade parece persistir na instituição. Desta vez, o cenário foi a Centralidade do Sequele, onde Sebastião Jaca Maurício, ex-vice-presidente do CNJ, protagonizou cenas de pancadaria contra Jones Catarino, ex-secretário executivo municipal do CNJ no Cazenga.
O incidente ocorreu durante uma discussão sobre o fim do mandato dos órgãos sociais do Conselho Nacional de Juventude e as sucessivas violações estatutárias. Jones Catarino, conhecido pelo seu domínio dos estatutos da organização, terá alertado Sebastião Jaca Maurício para a necessidade de se respeitarem as normas vigentes, visando o reavivamento da instituição.
Em resposta, Sebastião Jaca Maurício, demonstrando incapacidade argumentativa, partiu para a agressão física com socos e pontapés e ameaças de morte com a pistola que ostenta na cintura. O acto foi testemunhado e travado por Daniel Pereira, vice-presidente do Partido Liberal, e João Lucombo, secretário para a mobilização da UNITA na província de Luanda.
Como medida legal, Jones Catarino apresentou uma queixa junto da Direcção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), cujo processo terá seguimento na próxima segunda-feira. JC, afirma que realizará mais diligências junto da Ordem dos Advogados de Angola. O ex-líder juvenil reafirma que o actual mandato expirou e apela à realização urgente de uma Assembleia para repor a legalidade no CNJ.
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